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domingo, outubro 05, 2008

Cada vez mais eu sou consumida pela música. Adoro descobrir novas bandas, adoro ouvir música, adoro ler sobre música.
Acho que já escrevi sobre isso aqui, mas não deixo de me surpreender com isso. Até uns anos atrás, música para mim era meramente trilha sonora, algo que estava lá enquanto eu fazia alguma outra coisa. Acho que foi quando eu mudei pra cá que isso realmente mudou. De repente eu passei a precisar de música para viver.
O estranho, e na verdade triste, é que a música ocupou parte do espaço do cinema na minha vida. Desde que vim para cá eu parei de ir ao cinema. Assim, fui a vários noitões e tal, mas em 2005 por exemplo, eu fui ao cinema mais de 80 vezes. Apesar de aqui haver muito mais opções, devo ir no máximo umas 20 vezes num ano...

quinta-feira, setembro 20, 2007

O Gerúndio É Nosso!

Aulas interessantíssimas... enquanto o professor de Literatura Brasileira incumbiu os alunos de descobrir o por que de seu nomes, o de Morfologia do Português deu uma aula sobre os princípios de nomenclatura zoológica e o de Língua Latina lançou a campanha "O gerúndio é nosso!" em meio a fados e obrigados.

A história do meu nome é fácil. Eu devia ter uns seis ou sete anos quando passou um Globo Repórter que falava sobre as minas de Ouro Preto, e enquanto entrevistavam uma senhora chamada "Mariazinha", minha mãe me disse que foi por causa dela que fui chamada Bárbara. Mariazinha mora em Ouro Preto e no terreno da casa dela está a Mina do Chico Rei, por isso a entrevista. Minha mãe freqüentou muito sua casa quando nova, pois Mariazinha é muito amiga da minha avó, e por isso minha mãe resolveu fazer-lhe uma homenagem. Em tempo, Mariazinha se chama na verdade Maria Bárbara de Lima, mas minha mãe teve o bom senso de abandonar o "Maria"; não o tivesse feito, eu seria quase xará daquela que originou meu nome. Vai ver vem daí o meu preferir usar o sobrenome da minha mãe, ao invés do do meu pai...

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Agora o negócio do livro, que chegou a mim pela Lady e pela Lory (nisso que dá ficar por fora do mundo bloguístico por tanto tempo).

1. Pegar o livro mais próximo.
Ok. Mais próximos mesmo eram ou o meu livro de alemão, o Delfin, ou o meu Longman Dictionary of The English Culture and Language, mas como esses não contam, passei a bolo pro S. Bernardo, do Graciliano Ramos que estou lendo pra minha aula de Literatura Brasileira.

2. Abrir na página 161 e postar a 5ª frase completa.
Eu dizia comigo:
-Se ela não quer bem ao filho!

3. Não escolher o melhor livro nem a melhor frase.
Não escolhido. O melhor livro seria provavelmente Os Príncipes da Irlanda, que é um dos últimos da pilha de livros no meu criado, e que eu amo muito, ou O Jogo da Amarelinha, que também está na mesma pilha, e faz bem melhor o gênero sou intelectual aluna da Letras...

4. Repassar para 5 blogs...
Não gosto de repassar as coisas, mas fica o meu convite para:
Lucarezi
Diego
Fernando
Myriam
Gabi

5. O que está achando do livro
Não é ruim, mas ler por obrigação tira toda a graça da leitura para mim.

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Saudade da Dé. Acho que ela foi a melhor companhia que eu já tive para ir ao cinema e ver filmes em casa. Nos bons tempos quando éramos à toas (leia-se 2º e 3º ano, início de faculdade... bons tempos), éramos capazes de assistir todo tipo de filme, dos cults às porcaria, juntas. E também faziamos combinações bastante exdrúxulas. Num mesmo dia assistimos Vanila Sky, Garotos da Minha Vida e... O Diário da Princesa. O Quarto do Filho e O Fabuloso Destino de Amelie Poulain. Harry Potter e a Pedra Filosofal e Monstros S.A. (sendo que já tínhamos assistido Harry Potter juntas, na estréia). Resident Evil e Jogos de Espiões (detalhe que vimos o primeiro no Shopping Del Rey e o segundo no BH Shopping). O bom das nossas idas ao cinema é que não importava muito que filme veríamos, às vezes íamos ao cinema só por ir mesmo. Comprávamos a maior pipoca, M&M, balas ou mesmo um pote de Belgian Chocolate e ficávamos lá. Se em BH às vezes faltava companhia para ver um filme mais "cabeça" no Belas Artes ou no Usina, podia sempre contar com ela. Mas se eu queria ver o blockbuster porcaria da vez, também.

segunda-feira, julho 02, 2007

"It's funny how the colors of the real world only seem really real when you viddy them on the screen."
Alex - A Clockwork Orange

terça-feira, maio 15, 2007

Noitão é sempre divertido. Mesmo quando tem filme que eu já vi. Mas eu sou suspeita, pois é muito fácil eu achar passar a noite no cinema bom. Emendar a noite e ir pra pinacoteca no sábado de manhã para uma aula de Literatura Brasileira que nem era do meu professor, virada, foi uma experiência diferente, no mínimo. Mas a aula foi muito boa. O que chegava a dar raiva, por que eu lá, caindo de sono, mal parando em pé, louca pra ir embora, não conseguia parar de prestar atenção no que o professor falava.

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Não achei muita graça no Emo-Aranha não. Foi o primeiro dos filmes do herói que me fez ficar impaciente olhando as horas na meia-hora final. É engraçado, tem muita ação, mas achei que o roteiro ficou meio capenga. Sei lá...

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Fiz algumas compras esse final de semana. Novos óculos escuros. Livros. E o mais importante: DVDs de Kill Bill vols. I e II.

sábado, maio 12, 2007

"That's how it always ends. A bit of magic, a bit of smoke. Something floating . But it doesn't work without the necessary push. A bit of laughter, a man... a beautiful woman and love. Let's start over. At the beginning, it was a man alone. No, he's not alone. Yet.
(...)
The woman left. The laughter stopped. But, the man is still here. Not like that... All alone.
It is a film. Everything is constructed. Still it hurts. "

sábado, janeiro 13, 2007

Ontem eu finalmente fiz a minha Tomografia Computadorizada de Tórax. Incrível como foi tão menos trumático que da primeira vez. Não sentir dor quando te mandam respirar fundo e prender a respiração faz uma enorme diferença. Pena que o contraste me deixou o dia inteiro nauseada.

Fui ao meu primeiro "Noitão" no HSBC Belas Artes. Três filmes pelo preço de um. Tema: Comédia. Borat, As Férias do Sr. Hulot e um filme surpresa. Começa à meia noite e você concorre a brindes sorteados nos intervalos dos filmes e ainda ganha café da manhã no final.

Tinha muita gente da Letras, foi bem divertido. O filme surpresa foi um do Jerry Lewis, que não faz muito meu estilo, mas até que foi legalzinho. Borat, que eu estava louca para ver, é totalmente ofensivo e sem noção, ou seja, muito bom, apesar de algumas cenas que vão me dar pesadelos. Agora, comédia francesa do tempo do gurará de rolha, ainda mais depois de rir com Borat até ficar com dor de barriga, não tem a menor graça. Nas palavras de Thalita "Elegância e humor não combinam".

Chegar em casa do cinema seis e meia da manhã é no mínimo uma experiência diferente.

domingo, dezembro 31, 2006

É engraçado que em Belo Horizonte eu sempre ia ao cinema sozinha. Várias vezes por semana. Aqui em São Paulo quase não vou ao cinema. Principalmente sozinha.

Hoje tive a companhia de alguns bons amigos. Foi muito bom. Bater papo. Destilar algum veneno. Passar o tempo. Eu realmente conheci pessoas que valem muito a pena esse ano.

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Que venha o próximo, por favor.

sexta-feira, dezembro 29, 2006

A insônia ataca novamente

E eu sou capaz de perder horas de falta de sono fuçando as coisas do ThinkGeek.com ...
A verdade é que eu nunca tive coragem de comprar nada lá, por que tenho medo de não conseguir parar... sério! Sabres de luz, as bactérias de pelúcia (lembram delas?), controle de televisão no formato do controle do NES, d20 de pelúcia, d20 para colocar no retovisor do carro, gosma colorida, lançador de marshmellows, coisas flutuantes... isso sem contar as coisas para o computador, luzes coloridas, vários tipos de coolers... eu vi até um travesseiro em formato de iPod, que vem com um alto falante interno e ao qual você realmente pode ligar o mp3 player para ouvir no travesseiro!
E tem quem diga que essas coisas não são úteis!!!!

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E duas coisas completamente não relacionas ao tópico acima, mas levemente relacionadas entre si:
-Dois anos depois da sua inauguração, o Cinemark do Pátio Savassi ainda passa o vídeo do Stomp antes dos filmes.
-Até que Eragon é um filme bonitinho, agora quero ler os livros. Eu sempre fico maravilhada com as paisagens de filmes de fantasia medieval, principalmente se forem observadas do dorso de um dragão.

terça-feira, julho 11, 2006

O Oleiro

Eu fui ao Memorial da América Latina para a abertura do 1o. Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo. O Memorial para mim é uma lembrança de colégio, todos os anos íamos lá para o concerto do Maestro Eliezer de Carvalho quando eu morava aqui, e o concerto era sempre na sala onde foi a exibição do primeiro filme da mostra. Só voltei lá depois disso numa excursão com o colégio para visitar a Bienal do redescobrimento, isso já em 2000, cinco anos depois. E ontem.
A primeira vez que ouvi falar a respeito de Eduardo Galeano, na verdade li a seu respeito, foi no livro de História do 3o. ano, do mesmo ano 2000, onde havia uma foto da escultura da mão sangrando do memorial e cuja legenda relacionava-a a um tal livro chamado As veias abertas da América Latina de um tal Eduardo Galeano. E os dois na minha cabeça acabaram associados.
Depois disso ouvi e li várias citações do Galeano e nunca mais tinha estado no Memorial. Talvez seja culpa dessa associação feita pelo meu cérebro, mas o que mais me marcou no filme a que assisti foi uma citação do moço. Não saiu da minha cabeça. A beleza da imagem, da relação do homem com seu trabalho, sua arte, do reaproveitamento, do aprender com o outro. Para mim é algo antropofágico sem antropofagia... Na verdade é só viagem minha...

À beira-mar, o oleiro se aposenta, em seus anos finais. Seus olhos se cobrem de névoa, suas mãos tremem: chegou a hora do adeus. Então acontece a cerimônia de iniciação: o oleiro velho oferece ao oleiro jovem sua melhor peça. Assim manda a tradição, entre os índios do noroeste da América: o artesão que se despede entrega sua obra-prima ao artesão que se apresenta. E o oleiro jovem não guarda esta peça perfeita para contemplá-la e admirá-la: a espatifa contra o solo, a quebra em mil pedaços, recolhe os pedacinhos e incorpora à sua própria argila.” Eduardo Galeano – “Janela sobre a Memória” in As Palavras Andantes

domingo, abril 09, 2006

V for Vendetta


Remember, remember, the fifth of November,
The gunpowder treason and plot.
I know of no reason why gunpowder treason
Should ever be forgot.
Guy Fawkes, Guy Fawkes,
'Twas his intent
To blow up the King and the Parliament.
Poor old England to overthrow.
By God's providence he was catch’d
With a dark lantern and burning match.
Holloa boys, holloa boys, let the bells ring.
Holloa boys, holloa boys, God save the King!
Hip hip hoorah!
Hip hip hoorah!

A penny loaf to feed ol' Pope,
A farthing cheese to choke him.
A pint of beer to rinse it down,
A faggot of sticks to burn him.
Burn him in a tub of tar,
Burn him like a blazing star.
Burn his body from his head,
Then we'll say ol' Pope is dead.
Hip hip hoorah!
Hip hip hoorah!

Just great!

Ps. Eu quero uma máscara do Guy Fawkes!!!! Por que o blogger não quer carregar minha foto da máscara???

Edit: Consegui!!!

sábado, fevereiro 04, 2006

"She paints her face to hide her face. Her eyes are deep water. It is not for Geisha to want. It is not for geisha to feel. Geisha is an artist of the floating world. She dances, she sings. She entertains you, whatever you want. The rest is shadows, the rest is secret. "

sexta-feira, setembro 16, 2005

Minha vida de menina

Eu fui hoje no cinema ver o filme. Nunca li o livro, mas esse era um daqueles filmes que eu tinha que ver. Esse livro me lembra meu pai. A cidade também.
O filme é bonitnho, ingênuo. E em alguns momentos eu lembrava do meu pai lendo pra mim e pra minha irmã alguma passagem da história.
Meu pai é apaixonado pelo livro, porque se passa em Diamantina e ele morou muito tempo lá. Já comprou várias edições. E lembro de uma bem velha e gasta, bem com cara de livro de sebo, a edição atual e até a tradução para o inglês feita pela Elisabeth Bishop.
Ao longo do filme e ia reconhecendo casas e lugares, acabei sendo eu mesma transportada para o princípio da minha infância, quando nas férias íamos pra Diamantina só e e ele e eu andava por todo o centro histórico da cidade. A imagem das bateias fez surgir a vaga lembrança do garimpo do meu pai, pra onde eu acabava sendo levada, por que não tinha com quem ficar.
Agora tenho que esperar que ele venha pra cá para ver o filme com ele.

domingo, setembro 04, 2005

Girls just wanna have fun!

A recém bióloga e sua amiga futura advogada dançando como se ninguém estivesse vendo ao som dos anos 80.
Tirei a Dé da toca. Ou será que foi o contrário?
Bom, quem não foi perdeu.

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Papai está aqui.
Não resisti.
Mas nem achei o filme muito bom não.

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Inscrição pra Fuvest vem aí.
Já estou com o manual.
Só falta começar a estudar.

segunda-feira, agosto 29, 2005

Eu e minha boca

Sexta, chamei uma amiga pra sair e ela não tava muito animada. Eu virei pra ela e falei que onde já se viu? Ficar em casa sexta? Um absurdo!!!
Falei isso pra quê? Sexta desisti de sair e fiquei até bem tarde jogando Neverwinter Nights. Sábado fiquei em casa vendo os episódios que faltavam de Lost e milagrosamente, lá prás dez eu tava dormindo (sim, milagrosamente, já que venho tendo insônia).
Domingo fui obrigada a sair da toca pra jogar RPG. Não que tenha sido ruim, foi muito divertido, como sempre. Matar orcs e dragões é sempre bom pra desetressar. Já que estava fora de casa mesmo, um milkshake no Eddie e cinema no Pátio.

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Ir ao cinema com o Marcelo, Rodrigo e a Flávia me lembrou quando eu ainda era uma aluna de graduação que fazia Paleonto e convenci a Taissa(que depois que virou paleontóloga sumiu do mapa) a matar aula pra ir conosco ver Madrugada dos Mortos.
Matar aula do Cartelle pra ir ao cinema era tão bom!!! Tornava o cinema muito mais prazeroso saber que estava lá ao invés de na aula dele... Saudade disso!!! Também foi no horário dessas aulas que eu ensinei a Taissa a comer comida japonesa...

segunda-feira, junho 06, 2005

Erro grotesco!

Lá vou eu feliz da vida conferir as sessões do Guia do Mochileiro das Galáxias no site do Estado de Minas, pra ver se dá tempo de ir depois da aula de inglês.
Aí eu me deparo com uma crítica sobre o filme, e apesar de detestar críticas, como eu sei que o filme deve ser ruim mesmo, pelo menos pra quem leu os livros, eu quis ver o que o crítico tinha pra dizer a respeito.
Pra que?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!
A crítica do tal de Marcello Castilho Avellar começava assim:
Há filmes como ET, de Steven Spielberg, em que os extraterrestres são bonzinhos, e filmes como Armageddon, de Michael Bay, em que eles querem apenas destruir a Terra.
Me conta, desde quando Armaggedon é filme de ET??? Será que ele estava pensando em Independence Day, do Roland Emmerich???? Será?

quinta-feira, junho 02, 2005

Campanha da Toalha

Considerando que amanhã é a estréia do Guia do Mochileiro das Galáxias, achei bom lembrar as pessoas de levar uma tolha para o cinema. Se você não sabe a impotância das toalhas, vá ler o livro (ou ver o filme, mas os livros são sempre infinitamente melhores).
Eis 42 (hehe!) motivos para se levar uma toalha ao cinema:
01) Para homenagear Douglas Adams.
02) Para mostrar a todos que você é realmente um mingo dupal (gíria dos mochileiros intergalácticos para "cara realmente incrivelmente incrível").
03) Você pode cobrir seus ouvidos com uma toalha para evitar ter de escutar aquele bebê chato que alguém resolveu levar pro cinema. Se isso não funcionar, cubra o bebê com a toalha.
04) Se entre seus oito amigos você for o escolhido para comprar pipoca, refrigerante e balas pra todos, uma toalha será extremamente útil para carregar tudo.
05) Você pode usar uma toalha para tirar o cara de 2,10m da sua frente. Se você não tem coragem para enfrentá-lo, você pode simplesmente se sentar em cima da toalha e ver por cima.
06) Você pode usar uma toalha para estrangular aquela pessoa barulhenta do seu lado.
07) Você pode guardar os assentos dos seus amigos (e o seu também) com uma toalha.
08) Você pode usar uma toalha para estrangular aquela pessoa idiota que deixou o celular ligado.
09) Você pode enrolar seu celular em uma toalha e assim evitar ser estrangulado caso ele toque.
10) Se você levar uma toalha da Xuxa, talvez você consiga pagar o preço para crianças.
11) Quando seus amigos (para quem você está guardando os assentos) finalmente chegarem, você pode acenar para eles com uma toalha. Isso evita que eles fiquem naquela chatisse de ficar procurando você no escuro.
12) Você pode mergulhar sua toalha em refrigerante em casa e ficar chupando depois no cinema. Assim você evita pagar aqueles preços absurdos por um copinho de 300ml no cinema.
13) Você pode usar a toalha para esconder guloseimas e levar para dentro do cinema.
14) Você e seu\sua namorado(a) podem se esconder no cantinho, atrás de uma toalha, e fazer maluquices no cinema.
15) Se o ar-condicionado do cinema estiver especialmente mal ajustado, você pode se agasalhar com uma toalha.
16) Se o ar condicionado estiver desligado, você pode se abanar e refrescar com uma toalha.
17) Se você não tiver quem te leve, você pode usar uma toalha para pegar carona para ir ao cinema.
18) A toalha também será igualmente útil se você não tiver quem te busque depois.
19) Se você derramar refrigerante acidentalmente em você mesmo, você pode se enxugar com a toalha.
20) Se você derramar refrigerante "acidentalmente" em uma pessoa atraente ao seu lado, você pode enxugá-la com uma toalha.
21) Com a toalha, você pode se proteger de criancinhas atirando pipocas. Se isto não funcionar, tente amarrar as criancinhas nos assentos com a toalha.
22) Você pode usar a toalha para pegar as pipocas que as criancinhas estão jogando e comer de graça.
23) Você pode limpar suas mãos engorduradas de pipoca com uma toalha.
24) Você pode usar a toalha como encosto para a cabeça e assistir ao filme em uma posição mais relaxada.
25) Você pode usar a toalha como encosto para o braço também.
26) Você pode tapar os ouvidos com uma toalha durante a cena da poesia vogon.
27) Você pode se sentar na toalha enquanto espera na fila do cinema para comprar ingresso.
28) Você pode se sentar na toalha enquanto espera na fila para entrar no cinema.
29) Você pode ameaçar, com uma toalha, alguém que se sentou naquele lugarzinho privilegiado do cinema e assim pegar o lugar.
30) Se por acaso algo der errado na sala de projeção e o cinema começar a pegar fogo, você pode se proteger da fumaça e do fogo com a toalha.
31) Se você realmente precisar ir ao banheiro você pode... Bom, você imagina, né?
32) Você pode enxugar sua boca suja de refrigerante com uma toalha.
33) Se você acha nojento dividir o canudinho ou copo de refrigerante com alguém, você pode usar a toalha para limpá-lo.
34) Você pode levar uma toalha com estampa quadriculada e usar como tabuleiro de xadrez ou damas durante a espera na fila.
35) Se você não quer escutar comentários do pessoal saindo da última sessão, você pode tapar seus ouvidos com uma toalha.
36) Levando uma toalha, você poderá saber com quem vale a pena puxar conversa na fila: eles também estarão com toalhas!
37) Você pode usar uma toalha para calar a boca daquele cara chato que já assistiu ao filme e agora fica contando tudo para namorada.
38) Você pode cobrir seus olhos e ouvidos com uma toalha para não ter que prestar atenção naqueles trailers e propagandas.
39) Se você se emocionar com algum momento do filme, você pode enxugar suas lágrimas com a toalha.
40) Se você gostar do filme, você pode comemorar sacudindo a toalha, jogando-a para cima e gritando.
41) Se você se sentir envergonhado fazendo isso, você pode esconder seu rosto com uma toalha.
42) E se depois do cinema os vogons REALMENTE chegarem para demolir a Terra, você saberá onde está sua toalha!
É o suficiente? :)
Então lembre-se de levar sua toalha ao cinema, e ajude-nos a reunir o maior número de pessoas no movimento!
Passe a mensagem adiante em fórums, emails, o que for! O importante é reunir o maior número possível de pessoas nesta homenagem!
E... Aproveitem o filme!
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Site oficial da campanha: http://www.milliways-brasil.net/campanha.php

domingo, maio 22, 2005

Guerra nas Estrelas

Demorei um pouco para escrever, mas eis o meu relato detalhado de quando eu fui ver o filme.
Quarta-feira, em torno de 21:30 eu cheguei no Diamond Mall. A fila já estava enorme e a entrada do cinema uma confusão só. Muitas pessoas fantasiadas, muitas câmeras de televisão. Muito tempo em pé esperando. Mais pessoas conhecidas do que eu esperava.
Eu já estava na fila quando um dos membros do Conselho Jedi apareceu com a fantasia completa do Darth Vader. Eu nem lembro quantos sabres de luz e capas de Jedi eu vi por lá. Também tinha umas Padmes...
Bem, ao que interessa, o filme. Muito bom!!! O Hayden qualquer coisa, apesar de péssimo ator, não conseguiu estragar o filme. O ver o Yoda lutando é sempre bom. A luta entre o Anakin e o Obi-Wan foi excelente. A história fechou direitinho com o Episódio IV. Enfim, o melhor filme danova trilogia e o único desta que se compara à trilogia original.
Agora alguns poréns: eu queria ver o Mace Windu lutar mais, o wookies apareceram pouco e eu realmente esperava que Mestres Jedi fossem mais difíceis de matar e mais inteligentes.
Mas eu sou tendenciosa a achar que o filme que mostra o Anakin virando Dath Vader e o Luke nascendo tem que ser bom.

quarta-feira, maio 11, 2005

Star Wars!!!!! Finalmente!!!!!

Depois de um bocado de tempo na fila do cinema, consegui comprar meu ingresso para ver Star Wars Episódio III: A Vingança dos Sith.
Sim, na meia noite de quarta para quinta feira eu estarei lá.

terça-feira, abril 26, 2005

Medos

Ontem eu fui ver O Pesadelo (péssima tradução, por sinal) e fiquei pensando sobre os meus medos. Tipo medos de infância, sabe, não medos de verdade igual eu tenho de cachorros. Eu nunca tive medo do monstro que vive dentro do armário ou debaixo da cama, se tive medo de escuro acabou muito cedo, porque eu não lembro de ter...
Mas eu tinha muito medo do corredor do meu apartamento no Lourdes. Eu não tinha coragem de levantar da cama depois que a minha mãe ia deitar nem pra ir no banheiro, porque eu tinha que passar pelo corredor para isso. Eu não tinha coragem de ver tv, e olha que a porta da sala de tv era quase em frente à do meu quarto, ou se eu ficasse vendo tv, eu dormia no sofá, mas não dava dois passsos naquele corredor (um, se eu abrisse bem a perna...).
Depois eu mudei pra São Paulo e lá o meu medo era do banheiro do quato que eu dividia com a Malu. Eu não tinha coragem de entrar no banheiro se não tivesse alguém no quarto, só tomava banho com a porta do banheiro aberta, mas na hora de dormir, eu só dormia com a porta fechada. Mas eu não tinha medo do banheiro do meu quarto, porque quando eu ganhei um quarto só pra mim fui eu que mudei de quarto...
Acho que desde pequena eu já era muito louca mesmo.
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Ah, e o filme é bem fraquinho.

terça-feira, abril 19, 2005

My usual nonsense

Eu acho que eu tenho ido ao cinema demais... estou ficando muito viciada... assim, mais que de costume... mas eu não consigo evitar... eu vejo que estreou um filme e simplesmente tenho que ver... e comer pipoca, claro!
Eu tenho visto tanto filme nos ultimos tempos que já não consigo lembrar direito a ordem cronológica... às vezes tenho dificuldade pra lembrar quais filmes eu vi na semana passada!
Mas quer saber... não estou ligando muito para isso não.


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Falando em filmes, O Clã das Adagas Voadoras é muito bom!!!! Assim, eu gostei mais de Hero, mas não consigo parar de pensar nO Clã...
Quem ainda não viu, veja!!!


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Pedro, é tudo sua culpa!!!!
Não consigo parar de ler MegaTokyo!
Como se eu já não tivesse vícios demais!

Mais estranha que a sua simpatia  © Blogger template por Emporium Digital 2008

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