Mostrando postagens com marcador Letras. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Letras. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, novembro 26, 2008

Sim, eu gosto de ouvir rock novo, gosto de indie pop sueco, gosto de Joy Division, Pixies, Jesus and Mary Chain e quase todas essas bandas que parecem ser obrigação de quem frequenta esse mundinho indie rocker/moderninho/alternativo/cool gostar. E como para me tirar de casa, o convite precisa ser para um lugar de cuja música eu goste, acabo freqüentando esse meio. A ceninha. Mas isso me cansa. Confundir gosto musical com identidade. O culto ao underground e a rejeição a tudo o que é mainstream, não importando suas qualidades. A mania de Mallu Magalhães. Só por que é uma adolescente que tem um bom gosto musical? Nem dar entrevista direito ela sabe. Tem todo jeito de criança. Suas composições são legaizinhas, mas só. Existe mais no mundo além disso!

Também tem o mundinho Letras USP. Tenho ótimos amigos, mas tem hora que a crocância (ou o pedantismo) cansa a minha beleza. E a minha beleza já é pouca, não dá pra ficar cansando assim, tão à toa. E toda a conversa gay. Não tenho preconceitos, até banco cupido de vez em quando, mas me dá licença, eu sou hétero. É no mínimo frustrante nem procurar pessoas interessantes, por que você já parte do princípio de que a pessoa gosta do mesmo que você.

Aí por um acidente de percurso eu me inscrevi nas aulas de rockabilly. Sempre gostei desse tipo de música, mas nunca tive muita coordenação para dançar. Acabou que o acidente de percurso passou, mas fiz as aulas assim mesmo. E isso me fez bem. Gente diferente. Gente que se bobear nunca ouviu falar de Klaxons, MGMT, nem qualquer banda do Tim Festival e cujo único interesse no Terra era o Offspring (tá, isso vale para amigos antigos, mas que estão distantes...). Gente que não tá nem aí pro fato de que Antônio Candido não fala do barroco na sua 'História da Literatura Brasileira'. Porque ficar falando enquanto você dança só atrapalha a respiração e faz cansar mais rápido, não é preciso ficar o tempo todo reafirmando sua personalidade através de opiniões com as referências mais obscuras possíveis para as pessoas te acharem mais legal. Você só precisa dançar. Esse final de semana foi a nossa rave-a-billy. E dançamos todos até faltarem forças para nos mantermos em pé. E todo o suor, todo o cansaço, toda a fadiga muscular, toda a dor valeram a pena. Hoje, estou uma nova pessoa.

terça-feira, novembro 11, 2008

Podem me chamar de ingênua, mas nesse mundo corrompido, eu ainda tenho princípios. Eu acredito que não é por que todo mundo faz errado, que eu também devo fazer. Eu acredito que se me incomoda a corrupção dos políticos e empresários, eu não posso ser corrupta. Se a poluição me incomoda, eu no mínimo, tenho que jogar o meu lixo no lugar certo, não largá-lo nas mesas nem pelo chão. Eu acredito que se o barulho me incomodaria, atrapalharia meu sono ou minhas aulas, é melhor tomar cuidado para que ele não incomode os outros. Eu acredito que se for para um dia mudar o mundo, tenho que começar sendo eu a mudança que eu quero ver nele. Eu acredito que nem todo fim justifica os meios, principalmente se esses meios traírem aquilo em que eu acredito.

Mais uma vez, eu acabei aceitando entrar para uma chapa e concorrer à próxima gestão do Centro Acadêmico, mas eu avisei que só entraria se fosse para jogar limpo. Ok. Aí hoje aparece gente que nem é da chapa com idéias mirabolantes, idiotas e ultrajantes de campanha. Coisa ofensiva. Coisa que se me entregassem, serviria para garantir que eu votaria em qualquer chapa, menos na que fez uma coisa daquela. E quando eu me revoltei, me exaltei, fiquei enojada mesmo, falaram que sem fazer uma coisa dessas, não vamos ganhar. Eu prefiro não ganhar. Eu prefiro perder sabendo que fui fiel às minhas idéias, a me sujar de merda para ganhar. Se é para ser igual a quem está lá, que continuem eles que já estão acostumados com a imundíce. Eu continuo com a minha integridade.

sábado, agosto 23, 2008

Meu humor não andava muito bom esses dias, sabe quando você fica de saco cheio de tudo?

Aí cheguei ontem pra minha aula de Cultura e Civilização dos Países de Língua Alemã. Fui até a sala 103, que estava vazia. No quadro estava escrito que a aula era na 264. Lá fui eu então pra 264, que estava trancada. Encontrei uma outra menina que também procurava a aula. Fomos até o departamento de línguas modernas e à seção de alunos e, obviamente, ninguém sabia onde diabos era a aula. Depois de muito procurar a sala, encontrei um colega que também faz essa optativa e que disse que a aula ontem seria no Goethe Institut. Bom, mesmo que eu tivesse sabido disso antes, não teria como voltar do Goethe pra segunda aula, mas a essa altura do campeonato, já dá pra imaginar como estava meu humor.

Aí veio a aula de Introdução à Língua e Cultura Norueguesa e tudo mudou. Sério, a aula foi foda. Até imitar um troll comedor de cristãos o Francis imitou. As pessoas se surpreendem quando eu falo isso, mas a sala é lotada. Não só todos os alunos matriculados, mas um tanto de gente que pediu pro Francis incluir, por que não conseguiu vaga na matrícula. Tinha um cara que gargalhava na aula. Saí de lá me sentindo muito mais calma e leve.

sexta-feira, março 07, 2008

Eu decidi que este seria o semestre do alemão. Praticamente todas as minhas matérias são do alemão esse semestre. Língua Alemã III, Língua Alemã III - Produção e Recepção de Textos, Tradução: A Cultura Alemã Exemplificada em Textos e Conversação em Língua Alemã I. Estou esperando a resposta quanto a minha matrícula em Tradução Comentada do Alemão I. Só pra completar a grade eu também faço Fonologia: Descrição e Análise e Tradução Comentada do Inglês. Português? Só Sintaxe do Português I, por que eu sempre me diverti fazendo análises sintáticas. Além disso tem o Alemão no Campus, as aulas de Japonês com o Roger, a natação e o boxe. E as aulas de Espanhol com o Di que ainda estão no limbo.

Acho que este será um semestre cheio...


Edit: Já estou matriculada em Tradução Comentada do Alemão! Eba!

terça-feira, fevereiro 26, 2008

O clima churrasco na laje da tarde de ontem na Letras, parte da recepção aos calouros foi bem divertido, mesmo eu não participando do futebol de sabão, por que ia ter aula à noite. Pena que acabou cedo e a gente teve que ir pra ECA depois. E por sinal a tapioca da ECA é simplesmente a melhor, mesmo eu já tendo me empanturrado de churrasquinhos na Letras.

quinta-feira, outubro 18, 2007

Nada como política para despertar o que há de pior nas pessoas

Nunca escondi que sou contrária ao PSTU. Desde os meus tempos de Biologia na UFMG, quando chegamos a fazer um impeachment para tirá-los do DA. Eu na verdade sou contrária a qualquer partido político nos centros ou diretórios acadêmicos por que acho que as pessoas acabam usando-os para fazer política partidária ao invés de defender os interesses dos estudantes. Na minha vivência acadêmica, quem sempre fez isso foram os membros do PSTU, e por isso, na minha cabeça o partido acabou se tornando a personificação do problema.
Hoje e amanhã são as eleições do C.A. da Letras e quando me convidaram a participar de uma chapa de oposição eu acabei topando, por que ainda tenho esperança de um dia ver um C.A. realmente interessado nas necessidades dos estudantes. E há na chapa uma pessoa filiada a um partido político, mas no meio de mais vinte pessoas, achei que não faria diferença, até por que tínhamos idéias semelhantes para o C.A.Mas essa semana foi uma palhaçada. O processo foi tão atropelado que muita gente nem sabia que ia ter eleição, o número de chapas inscritas e muito menos as propostas de cada chapa.
Numa assembléia com um total de aproximadamente 120 votos, decidiu-se manter a data das eleições, cuja data, seis das sete chapas inscritas pediram para adiar. A faculdade tem algo em torno de 5000 alunos. Numa segunda tentativa de adiar as eleições, foi feito um abaixo assinado que já conta com mais de 400 assinaturas. O centro acadêmico optou por ignorá-lo.
Essa foi provavelmente a primeira e última vez que me envolvo nisso. O que vi essa semana foi muito triste. O desrespeito aos estudantes, ao estatuto, à democracia foi tremendo. E as pessoas perderam a cabeça. Os ataques passaram a ser pessoais. É claro que às vezes ouve-se e vê-se coisas que precisam de resposta, tenho sangue quente mesmo, mas eu tentei me manter longe dos ataques pessoais, mesmo que às vezes sem sucesso, mas vi ataques que não me agradaram de todos os lados, tanto dos adversários quanto dos que estavam na chapa comigo. Ouvi coisas que me decepcionaram muito, que estilhaçaram o pouco de idealismo que consegui reunir para acreditar num C.A. melhor.
Provavelmente o PSTU vai continuar lá apesar dos nossos esforços. A verdade é que depois do que vi, não acho que nenhuma chapa merecia vencer mesmo.

quinta-feira, setembro 20, 2007

O Gerúndio É Nosso!

Aulas interessantíssimas... enquanto o professor de Literatura Brasileira incumbiu os alunos de descobrir o por que de seu nomes, o de Morfologia do Português deu uma aula sobre os princípios de nomenclatura zoológica e o de Língua Latina lançou a campanha "O gerúndio é nosso!" em meio a fados e obrigados.

A história do meu nome é fácil. Eu devia ter uns seis ou sete anos quando passou um Globo Repórter que falava sobre as minas de Ouro Preto, e enquanto entrevistavam uma senhora chamada "Mariazinha", minha mãe me disse que foi por causa dela que fui chamada Bárbara. Mariazinha mora em Ouro Preto e no terreno da casa dela está a Mina do Chico Rei, por isso a entrevista. Minha mãe freqüentou muito sua casa quando nova, pois Mariazinha é muito amiga da minha avó, e por isso minha mãe resolveu fazer-lhe uma homenagem. Em tempo, Mariazinha se chama na verdade Maria Bárbara de Lima, mas minha mãe teve o bom senso de abandonar o "Maria"; não o tivesse feito, eu seria quase xará daquela que originou meu nome. Vai ver vem daí o meu preferir usar o sobrenome da minha mãe, ao invés do do meu pai...

¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬

Agora o negócio do livro, que chegou a mim pela Lady e pela Lory (nisso que dá ficar por fora do mundo bloguístico por tanto tempo).

1. Pegar o livro mais próximo.
Ok. Mais próximos mesmo eram ou o meu livro de alemão, o Delfin, ou o meu Longman Dictionary of The English Culture and Language, mas como esses não contam, passei a bolo pro S. Bernardo, do Graciliano Ramos que estou lendo pra minha aula de Literatura Brasileira.

2. Abrir na página 161 e postar a 5ª frase completa.
Eu dizia comigo:
-Se ela não quer bem ao filho!

3. Não escolher o melhor livro nem a melhor frase.
Não escolhido. O melhor livro seria provavelmente Os Príncipes da Irlanda, que é um dos últimos da pilha de livros no meu criado, e que eu amo muito, ou O Jogo da Amarelinha, que também está na mesma pilha, e faz bem melhor o gênero sou intelectual aluna da Letras...

4. Repassar para 5 blogs...
Não gosto de repassar as coisas, mas fica o meu convite para:
Lucarezi
Diego
Fernando
Myriam
Gabi

5. O que está achando do livro
Não é ruim, mas ler por obrigação tira toda a graça da leitura para mim.

¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬
Saudade da Dé. Acho que ela foi a melhor companhia que eu já tive para ir ao cinema e ver filmes em casa. Nos bons tempos quando éramos à toas (leia-se 2º e 3º ano, início de faculdade... bons tempos), éramos capazes de assistir todo tipo de filme, dos cults às porcaria, juntas. E também faziamos combinações bastante exdrúxulas. Num mesmo dia assistimos Vanila Sky, Garotos da Minha Vida e... O Diário da Princesa. O Quarto do Filho e O Fabuloso Destino de Amelie Poulain. Harry Potter e a Pedra Filosofal e Monstros S.A. (sendo que já tínhamos assistido Harry Potter juntas, na estréia). Resident Evil e Jogos de Espiões (detalhe que vimos o primeiro no Shopping Del Rey e o segundo no BH Shopping). O bom das nossas idas ao cinema é que não importava muito que filme veríamos, às vezes íamos ao cinema só por ir mesmo. Comprávamos a maior pipoca, M&M, balas ou mesmo um pote de Belgian Chocolate e ficávamos lá. Se em BH às vezes faltava companhia para ver um filme mais "cabeça" no Belas Artes ou no Usina, podia sempre contar com ela. Mas se eu queria ver o blockbuster porcaria da vez, também.

domingo, agosto 12, 2007

Esse semestre está todo atrapalhado. Resquícios da greve. Depois de um bocado de greve, ao invés de reposição tivemos férias. A reposição? Esta só veio agora. Agora que os casos e declinações não passam de borrões na minha memória. Agora que o tempo para fazer os trabalhos é quase inexistente. Será que alguém realmente esperava que fizéssemos algo neste período de limbo???? Não contavam com o poder da procastinação. Foi mais forte que nós. Agora só nos resta correr e tentar recuperar o tempo perdido. Fingir que aprendemos enquanto os professores fingem que repõem as aulas. Peraí, isso não foi o que mais ouvi na licenciatura?

segunda-feira, maio 21, 2007

Ultimamente, parece que só falamos de ocupação e greve. As aulas de Língua e Literatura, foram substituídas por Manobra I - Como manipular uma assembléia em favor do seu grupo político, Greve I, Piquete I, Ocupação I... Não me entendam mal, eu concordo sim com as reivindicações da Greve e da Ocupação, participo das assembléias e plenárias e tento me envolver com as coisas. Mas eu não aguento mais que esse seja o único assunto. Todas as reuniões, tudo acaba recaindo nisso, ou no mínimo nas referências às Assembléias. Fico feliz de ver as pessoas se mobilizando, participando. Mas sinto falta das conversas não engajadas às vezes.

¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬
Pensamento pós-Kill Bill:
Ah, se eu tivesse uma Hatori Hanzo nas Assembléias! Ai de quem tentasse fazer manobra. Cabeças iam rolar... e pernas e braços também...

terça-feira, maio 15, 2007

Noitão é sempre divertido. Mesmo quando tem filme que eu já vi. Mas eu sou suspeita, pois é muito fácil eu achar passar a noite no cinema bom. Emendar a noite e ir pra pinacoteca no sábado de manhã para uma aula de Literatura Brasileira que nem era do meu professor, virada, foi uma experiência diferente, no mínimo. Mas a aula foi muito boa. O que chegava a dar raiva, por que eu lá, caindo de sono, mal parando em pé, louca pra ir embora, não conseguia parar de prestar atenção no que o professor falava.

¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬
Não achei muita graça no Emo-Aranha não. Foi o primeiro dos filmes do herói que me fez ficar impaciente olhando as horas na meia-hora final. É engraçado, tem muita ação, mas achei que o roteiro ficou meio capenga. Sei lá...

¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬
Fiz algumas compras esse final de semana. Novos óculos escuros. Livros. E o mais importante: DVDs de Kill Bill vols. I e II.

sexta-feira, maio 04, 2007


Estudantes invadem reitoria da USP; móveis e portas foram destruídos
da Folha Online

A reitoria da USP (Universidade de São Paulo) no Butantã (zona oeste) foi invadida no final da tarde desta quinta-feira por ao menos 300 alunos --a Polícia Militar contou 120-- que quebraram portas, móveis e expulsaram todos os funcionários do prédio, que tem cerca de mil servidores.

De acordo com a assessoria da USP, os universitários chegaram ao local informando que pretendiam entregar uma carta para a reitora, professora Suely Vilela. No entanto, ao serem informados de que ela está em um compromisso fora do país, começaram a quebrar móveis e portas do local.

O vice-reitor da instituição, professor Franco Lajolo, recebeu os estudantes na entrada da reitoria. Segundo a assessoria, o professor teve de subir em uma mesa para tentar falar com os estudantes. Ele propôs que os universitários formassem uma comissão para debaterem a reivindicação. No entanto, os alunos não atenderam ao pedido de Lajolo.

Além da intenção de entregar a carta para a reitora, os alunos invadiram a reitoria para protestar contra medidas do governo José Serra (PSDB) em relação à política de educação superior. Eles colaram cartazes com os dizeres "autonomia já" --que seria uma referência a limitação da autonomia das universidades públicas.

Os alunos passaram em todas as salas do prédio para obrigarem que os funcionários saíssem da reitoria. A segurança local recomendou que os funcionários acatassem os alunos para evitar incidentes, de acordo com a assessoria.

A Polícia Militar informou que os alunos permanecem no prédio em uma assembléia. Eles formaram uma barricada na porta do gabinete da reitora com os móveis quebrados durante a invasão, informou a assessoria da USP.


No momento da invasão, pelo que me informaram havia cerca de 150 alunos. Quando eu passei por lá havia algo em torno de 400. Não vi móveis quebrados nem barricada. Quebrada, somente a porta por onde os alunos entraram.

quarta-feira, abril 25, 2007

Socoooooooorro!!!!!

Sexta-feira farei provas de Latim e de Alemão. Por incrível que pareça as delinações da segunda são muito mais fáceis que as da primeira (talvez por que só chegamos no acusativo).

Será que algum dia serei capaz de descobrir a que declinação uma palavra latina pertence?

segunda-feira, abril 23, 2007

A faculdade vai. A única aula de que eu realmente gosto e que eu realmente entendo é a de alemão. Fico perdidinha com as declinações do Latim. Viajo ainda mais que a viagens do Dimas nas aulas de Literatura Brasileira. E Portuguesa, bem, é quase um não vi e não gostei, afinal de contas só tive uma aula e já não quero mais ir.

*************

Cinema. Buteco. Cervejada. Baladas. A vida social anda agitada. Divertida. Boa.
Mas não consigo me livrar da sensação de que minha vida está pausada e que só vai voltar a andar depois da cirurgia, cuja data continua uma incógnita.

*************

Eu morro de medo de pessoas novas. Gosto das que já conheço, que já sabem meu jeito, minhas manias e maus-humores. Mas até que tenho conhecido algumas pessoas que parecem legais esse semestre. Assim como conheci pessoas legais ano passado e em várias outras ocasiões. Mas se me der a oportunidade de escolher, fico com as que já conheço sem pestanejar.

quinta-feira, novembro 23, 2006

Num dos meus surtos de cansar de mim mesma e precisar de mudar eu cortei o cabelo. Gostei, mas demorei um tempo para olhar no espelho e reconhecer aquele reflexo com meu. A maioria das pessoas me disse que gostou muito que eu fiquei muito bem assim. Duas pessoas disseram que eu fiquei parecendo um anime... será que isso é bom ou ruim???

¬¬

Hoje foi a prova de Lingüística. Estava muito fácil e eu até posso não ter tirado total, mas acho que errar eu não errei nenhuma questão, posso não ter dado a resposta completa, mas errada mesmo, eu acho que não. Mas eu continuo não entendendo as debreagens e a embreagem. Enunciva? Enunciativa? Palavras do francês aportuguesadas nem sempre fazem sentido...

¬¬

Amanhã, prova de IELP II. Eu realmente acho que vai ser fácil, o professor já deu várias informações sobre como será a prova e não acho que tem muito a cara dele falar uma coisa e fazer outra para ferrar os alunos. E eu venho cogitando uma iniciação científica com ele. Realmente me apaixonei por Fonética e Fonologia, mas será que vou gostar de estudar Fonética e Fonologia do Português? Será que é a hora certa? Será?

¬¬

Ao final do semestre, meu futuro estará nas mãos do Júpiter. Acho que não devo ter maiores problemas para conseguir minha habilitação em Alemão, mas tem muita gente que quer a mesma coisa. Eu queria Alemão e Lingüística, mas essa escolha não é permitida, então é ficar com Alemão e Português mesmo e tentar pegar as optativas da Lingüística. Que Júpiter me escolha bons professores!

¬¬

A nova temporada de Grey's Anatomy está muito boa! Isso é um problema, por que hoje à tarde por exemplo, cansei de estudar e fui assistir ao sétimo episódio, cheguei em casa e fui ver o oitavo. Ah, se eu tivesse um McDreamy para mim!!!!!

quarta-feira, agosto 09, 2006

Epifania Fonética

Lá estava eu na minha aula de Linguística aprendendo as consoantes quando, ao falar do "re" o professor pergunta se tinha alguém de Minas Gerais na sala. Levantei minha mão meio timidamente e o professor perguntou de onde eu era. Belo Horizonte, respondi. Ótimo, era exatamente de onde eu precisava. Ele mandou que eu falasse "pior" e eu falei, já me sentindo uma cobaia. O professor encontrou outra aluna, essa era do Rio e fez o mesmo pedido. Segundo ele o "re" do mineiro, ao contrário do que eu sempre pensei, não é igual ao do carioca. Não era um "re", mas um "he", aspirado. E não é o mineiro que fala assim, segundo o professor essa consoante está se extinguindo no Brasil, só é falada em Minas, na região próxima a Belo Horizonte. Ninguém mais no Brasil fala essa consoante.
Tudo bem que eu custei a perceber alguma diferença entre os sons, mas consegui percebê-la. Aí entendi por que na aula de Clássicos semestre passado sempre que a professora falava alguma coisa em Grego grafada "h"+vogal" na adaptação ao nosso alfabeto, ela dizia que não era bem o som de um "r", que era um som aspirado e issão não fazia sentido nenhum pra mim. O meu "r" já era daquele jeito...

Ah, também aprendi em Linguística que se o "i" do Françês é arredondado (tem que fazer boca de "u" e falar "i"), o do Japonês não é (tem que fazer boca de "i" e falar "u") e aparentemente os japoneses acham um sotaque horrível quando as pessoas arredondam o "u"... Fonética é divertido. Bem mais fácil aprender a falar outra língua assim do que simplesmente tentar imitar os sons que se ouvem.

quinta-feira, junho 22, 2006

Linguística e Lierários já foram. O trabalho de Português também. Falta fazer a segunda prova de Clássicos, segunda chamada da primeira e da prova de Português também. Já está quase no fim. O sufoco está passando.

sábado, abril 22, 2006

Quando eu fiz didática, lembro-me que que a professora tentou convencer meu grupo a fazer o trabalho sobre juventude, sobre o hip hop. Lembro de uma reunião sobre o trabalho em que saímos morrendo de raiva dela por que ela brigou conosco que rap e hip hop era a mesma coisa. E nós fizemos o trabalho sobre escoteiros. O trabalho foi ótimo e calou a boca da professora, que tentou nos convencer a mudar de idéia até o final.
Agora veio o trabalho de IELP (Introdução aos Estudos de Língua Portuguesa) e o meu grupo decidiu fazer sobre o rap. Seria simplesmente ironia do destino ou será justiça divina?
Só sei que pesquisando bibliografia sobre o assunto eu tenho certeza de que vi títulos que ela tinha oferecido para nós, para fundamentar o trabalho e até mandar e-mail para ela pedindo ajuda com bibliografia eu mandei...

segunda-feira, abril 17, 2006

Amei minha passagem relâmpago por BH... já estou pensando na próxima.

Vocês não têm idéia do quanto eu sinto falta de sentar num buteco a lá Tudão e Baiana por aqui.
Surfar nA Obra foi divertidíssimo. Olha o caldo!
É claro que ter amigos que até dançaram balé ao som de surf music também colaborou muito.
Fiquei tontinha. O pior é que nem foi culpa da tequila, foi do Magrão mesmo. E de todo mundo que se emolgou com a brincadeira de me girar.
Pro almoço super saldável no Eddie's ficar completo faltou o mikshake, mas pra isso fatou estômago.
Muita conversa jogada fora. Muita saudade de quem ficou por aí.
Ah! E até enfermeira eu banquei! Viajo praí pra ter que cuidar de amigo doente, vê se pode!

*********

Estou perdida!!!!! A professora que sofre de amnésia, depois de uma semana e meia sem dar aula, acertou o meu nome na primeira tentativa!!!! Agora toda aula ela vai querer fazer perguntas para mim. O pior é que ela deve achar que eu sou expert na matéria dela, só por que eu consigo fazer comentários na hora certa... Se começar a me perguntar o que bem entender vai ver que eu não sei é nada!

*********
O professor de linguística, depois dos prolegômenos, está ensinando semiótica e disse que seus exemplos sempre são de Star Wars. Ouvi alguém comentando que ele deve ser fanático pelo filme. Bom, ele só falou do filme duas vezes e nem sabia que o planeta em que o Luke vivia no começo da história era Tatooine!!!! Como assim! Isso é informação básica!!!! Perdeu muitos pontos comigo (como se isso ainda fosse possível)...

quarta-feira, março 29, 2006

FFLCH

Estou devendo um post sobre a FFLCH (leia-se fefeleche) ja faz um tempo, então aqui vai.

Estou estudando Introdução aos Estudos Clássicos (IEC), Introdução aos Estudos Literários (IEL), Introdução aos Estudos de Português (IELP) e Elementos de Linguística.
Na verdade estudar na USp é muito parecido com estudar na UFMG: às vezes o professor não aparece, o povo do DCE só sabe falar do sucateamento da universidade pública, as carteiras na sala não são nem um pouco confortáveis, salas lotadas e pouca infraestrutura. Ah e os banheiros da Letras são péssimos (o da Ciências Sociais e Filosofia parece de shopping)!

****************
Aula de Linguística. Lá estava eu tentando prestar atenção na viagem que é a aula do Modesto, quando ele começa a falar da substância da expressão e da posição da língua na pronúncia de alguns fonemas, de repente ele fala pra comparar os fonemas qui e cu, pra ver que se você ficar falando isso rápido você sente a língua indo da frente para o fundo da boca. E eu pensando: qui cu, qui cu, qui cu...

sábado, março 04, 2006

Fui ao delírio no show do U2. "Ontem nós tocamos ao vivo para todo o Brasil. Hoje vamos fazer nossa festinha particular" Bono Vox, em português.

No carnaval, eu me acabei. Me diverti horrores. Matei a saudade da Mc e da Ju. Estraguei a Bia. E bebi muuuuuuuito. Ops... acho que não devia ter contado isso! Bem, já era.

A faculdade ainda não começou de verdade, só segunda. Vai ser estranho fazer parte de uma turma de mais de 400 pessoas. Só dez vezes mais que a minha da biologia...

Agora eu acho que estou fechada para balanço.

Mais estranha que a sua simpatia  © Blogger template por Emporium Digital 2008

Voltar para o TOPO