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sexta-feira, abril 02, 2010

Páscoa


Nesse clima de páscoa, me lembrei de quando era criança e sempre passávamos as páscoas em Diamantina. , procissão no domingo de Páscoa, e as ruas de pedra são pintadas com areias coloridas formando um tapete para a procissão. Este era o ponto alto da minha páscoa (e o chocolate, claro!).


Íamos sempre pelo menos eu e meu pai, mas lembro-me de um ano em que foram também minha mãe e irmã, meus avós e alguns primos. Quem me conhece a algum tempo deve ter percebido que noção é algo que sempre faltou ao meu pai. Ele é uma pessoa extremamente exagerada, principalmente quando se trata de comida. Seu lema sempre foimelhor sobrar do que faltar", o que com certeza me influenciou e fez com que eu sempre exagere nos comes quando recebo amigos.
Então estávamos , eu, minha irmã e meus primos. Para mim, que fui criada em apartamento e nunca pude brincar na rua, nem andar pelas ruas sozinha, Diamantina era um universo paralelo. , eu podia sair de casa sozinha quando bem entendesse, eu conhecia os arredores de casa melhor que a palma da minha mão, conhecia filhos e netos de amigos do meu pai com quem podia brincar. É engraçado perceber que hoje não lembro mais de nenhum dos nomes dessas pessoas, apesar de ainda lembrar-me das fachadas de suas casas. E eu, como sempre divagando em outra direção. O assunto, era aquela páscoa.
Brincamos muito, corremos pela cidade, assistimos a partida da procissão da paixão de Cristo na sexta, com os homens vestidos de soldados romanos levando o Cristo para a cruz que em seu trajeto passavam ao lado da nossa casa. A lembrança dos passos ritmados com as lanças batendo nas ruas de pedras ainda durará um bom tempo em minha memória. Por algum motivo nunca seguimos a procissão, apesar da minha curiosidade de saber o lugar do seu final... A procissão da sexta era uma procissão triste, fúnebre, que levava o Cristo para a morte e ela despertava em mim um certo medo, mesmo que eu soubesse que era apenas uma encenação. Era a encenação de algo triste e trágico, e isso me afetava um pouco.
vinha o sábado com mais brincadeiras e comidas e logo a tristeza da sexta era esquecida. E começava a antecipação pelo domingo. O dia de brincar com as areias coloridas e o dia do CHOCOLATE!!!! Ainda lembro do Xadrez usado para colorir a areia. A pintura começava cedo na manhã de domingo, e se bem me recordo, a procissão passava pela hora do almoço. Neste domingo em especial, voltamos para casa com as mãos (e as roupas) todas manchadas, as mão pretas pela mistura das diferentes cores, prontos para almoçar e ganhar nossos ovos.
Como eu disse, falta muitas vezes falta bom senso ao meu pai, e para cinco crianças, ele simplesmente entregou uma caixa de ovos de páscoa, provavelmente de uns 300g cada um. Ele entregou-nos a caixa de ovos fechada, sem qualquer instrução de que deveríamos guardar os ovos nem comê-los aos poucos. Então, nós devoramos todos aqueles ovos no intervalo entre o almoço e a hora de voltar para Belo Horizonte, o que não deve ter sido muito mais que uma hora.
vem a lembrança mais forte que guardo dessa viagem, os dois carros em comboio voltando para casa cheios de crianças passando mal, com dor de barriga, e a necessidade de diversas paradas para irmos ao banheiro neste trajeto. E é claro que chegando em casa e ganhando ovos de páscoa de outros tios, logo esqueci desse acidente e os devorei sem demora.

quarta-feira, novembro 26, 2008

Sim, eu gosto de ouvir rock novo, gosto de indie pop sueco, gosto de Joy Division, Pixies, Jesus and Mary Chain e quase todas essas bandas que parecem ser obrigação de quem frequenta esse mundinho indie rocker/moderninho/alternativo/cool gostar. E como para me tirar de casa, o convite precisa ser para um lugar de cuja música eu goste, acabo freqüentando esse meio. A ceninha. Mas isso me cansa. Confundir gosto musical com identidade. O culto ao underground e a rejeição a tudo o que é mainstream, não importando suas qualidades. A mania de Mallu Magalhães. Só por que é uma adolescente que tem um bom gosto musical? Nem dar entrevista direito ela sabe. Tem todo jeito de criança. Suas composições são legaizinhas, mas só. Existe mais no mundo além disso!

Também tem o mundinho Letras USP. Tenho ótimos amigos, mas tem hora que a crocância (ou o pedantismo) cansa a minha beleza. E a minha beleza já é pouca, não dá pra ficar cansando assim, tão à toa. E toda a conversa gay. Não tenho preconceitos, até banco cupido de vez em quando, mas me dá licença, eu sou hétero. É no mínimo frustrante nem procurar pessoas interessantes, por que você já parte do princípio de que a pessoa gosta do mesmo que você.

Aí por um acidente de percurso eu me inscrevi nas aulas de rockabilly. Sempre gostei desse tipo de música, mas nunca tive muita coordenação para dançar. Acabou que o acidente de percurso passou, mas fiz as aulas assim mesmo. E isso me fez bem. Gente diferente. Gente que se bobear nunca ouviu falar de Klaxons, MGMT, nem qualquer banda do Tim Festival e cujo único interesse no Terra era o Offspring (tá, isso vale para amigos antigos, mas que estão distantes...). Gente que não tá nem aí pro fato de que Antônio Candido não fala do barroco na sua 'História da Literatura Brasileira'. Porque ficar falando enquanto você dança só atrapalha a respiração e faz cansar mais rápido, não é preciso ficar o tempo todo reafirmando sua personalidade através de opiniões com as referências mais obscuras possíveis para as pessoas te acharem mais legal. Você só precisa dançar. Esse final de semana foi a nossa rave-a-billy. E dançamos todos até faltarem forças para nos mantermos em pé. E todo o suor, todo o cansaço, toda a fadiga muscular, toda a dor valeram a pena. Hoje, estou uma nova pessoa.

terça-feira, março 11, 2008

How are things on the west coast?

Amanhã é o show do Interpol! Interpol! E eu vou! E na verdade nem é mais amanhã, já é hoje...

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Sábado eu chego em BH e passo a semana inteira por lá.
Quem quiser fazer alguma coisa é só me dar notícia.
Já saiu a programação do Campeonato de Surfe???

terça-feira, fevereiro 26, 2008

O clima churrasco na laje da tarde de ontem na Letras, parte da recepção aos calouros foi bem divertido, mesmo eu não participando do futebol de sabão, por que ia ter aula à noite. Pena que acabou cedo e a gente teve que ir pra ECA depois. E por sinal a tapioca da ECA é simplesmente a melhor, mesmo eu já tendo me empanturrado de churrasquinhos na Letras.

domingo, fevereiro 10, 2008

Tudo bem que meu alemão não é lá grandes coisas, mas outro dia, ou melhor, outra noite, plena greve de U-Bahn e ônibus, eu andando até a estação de S-Bahn que é meio longinha, me para um ciclista e me pergunta alguma coisa que não consegui entender. Não sei se foi o susto do ciclista parar do meu lado na rua escura, ou simplesmente o quão inusitada era a sua pergunta. Só depois que o cara já tinha ido embora que eu entendi que ele queria saber se eu tinha creme para as mãos. Tudo bem que o frio acaba mesmo com as mãos, mas parar pessoas aleatórias pra pedir hidratante é meio demais, não?




Pior que isso, acho que só mesmo ir pra festa com pessoas que você conheceu no U-Bahn às duas da manhã...

quarta-feira, novembro 07, 2007

Do dia em que eu virei zumbi e outras histórias

Então a Mc veio prá cá pro TIM Festival. É quase inacreditável o quanto ela faz falta, mesmo que seja para não sair muito, pra ficar mais quieta em casa falando bobagem. Saímos pouco, mas foi suficiente para muitas risadas e gargalhadas. E aí veio o TIM...

Eu devo ser a única pessoa que foi lá e ainda não fez o seu relato. Bem, Spank Rock é experimental demais pro meu gosto, aquele hip hop com uns batuques, sei lá, não é pra mim. Começou atrasado, mas àquela altura eu ainda não estava ligando pra isso. Aí o Hot Chip começou com um eletrorock bem legal, mas logo no início o som deu pau e custou a voltar. Quando finalmente recomeçou, eles tocaram mais umas duas ou três músicas e acabou. E eles ainda disseram que foi melhor que o show do Rio! Tenho até medo do que foi o show lá. Aí foi uma eternidade pra montar o palco da Björk. O show dela começou e tinha uma galera lá só pra vê-la. O visual do show tava muito legal, mas o câmera que filmava para passar no telão, ao invés de filmar a Björk, ficava filmando o cara tocar teclado e o dj mexendo no som! Será que o cara não entende que quem tá longe vendo o telão quer ver a Björk??? Bom, em todo caso, o show foi bom, mas ela é world music demais pro meu gosto (Sim, podem xingar, falar o que quiserem, não gosto dela). Aí sim era pra ter o intervalo, mas estavam demorando tanto de um show pro outro que esse foi só mais um deles. A Julliette Lewis subiu no palco com uma roupa de couro vermelha bem clichê e a sua banda de caras gatos. O som tava péssimo, parecia que estavam equalizando o som enquanto ela tocava, tinha hora que mal dava pra ouvir a voz dela, mas mesmo assim, ela ficou lá fazendo a dança de lagartixa dela, o clichê de colocar a bandeira do Brasil nas costas, mas é tão simpática que eu gostei do show. Esse intervalo já foi mais tenso. Eu já tava lá ha umas boas horas e agora estava esperando os Macacos Árticos! O show foi muito bom, eles são melhores ao vivo que no cd, mas mantiveram a pose de adolescentes convencidos inglêses e mal se dirigiram à platéia. O show foi curto, deu pra sentir que a produção mandou correr com o show por causa dos atrasos. O setlist que originalmente era pra ser de 20 músicas ficou reduzido a umas 12. Há essa altura eu já estava podre, mal me aguentando em pé, e eles ainda resolveram demorar para montar o palco do Killers. Continuaram chegando flores e árvores depois que eles já estavam no palco. O Brandon Flowers além de lindo é simpático. A galera já acabada juntando forçar para cantar todas as músicas. Bom demais!

Quando o show acabou já era mais de 5h da manhã e ainda tinha a fila pra buscar as máquinas fotográficas confiscadas na entrada. Cheguei em casa já eram seis da manhã de segunda e eu tinha saído de casa por volta das cinco da tarde do domingo. Fosse a zombie walk aquele dia, eu nem precisaria de fantasia. Nisso tudo eu me dividindo entre duas turmas diferentes. Pelo menos conheci pessoas legais por lá. Mas mesmo que eu soubesse que ia ser todo aquele sofrimento, eu teria passado por tudo isso assim mesmo, por que valeu muito a pena.

Passei a semana me recuperando do show, o que atrapalhou profundamente a minha performance na prova de Latim quarta-feira. Mas sexta eu estava inteira, pronta para passear fantasiada de zumbi pela Paulista. As pessoas atacando o metro Consolação e um ônibus foram muito iguais às cenas dos filmes de zumbis. E eu ainda encontrei o Bruno por lá, que eu nem sabia que estava em SP.

Agora esse final de semana tem Planeta Terra. Pelo menos não tem como ser menos organizado que o TIM.

sábado, junho 30, 2007

Complementando meu perfil no orkut:

Todo o mal que houver no mundo recairá sobre o infeliz que levou minha bolsa, que continha toda a minha vida...

Rogando pragas pra me acalmar.

segunda-feira, junho 04, 2007

Cinema quinta, seguido por buteco e chocorrum na casa do Diego. Assembléia massante e insuportável na sexta. Sábado, expiei meus pecados no Inferno. Domingo, My Fair Lady pra relaxar. E agora só me resta a ansiedade.

Logo, logo serei internada no Hospital Nove de Julho. Ainda não tenho certeza se a cirurgia será hoje mesmo, ou se hoje o médico apenas fará alguns exames. Estarei com meus celulares. Querendo notícias, liguem.


Atualização:
A minha cirurgia foi adiada para 4a. feira. Serei internada amanhã às 16h.

segunda-feira, maio 07, 2007

Às vezes me faltam palavras para explicar as coisas. Às vezes o que me falta é a coragem de proferí-las. Às vezes as coisas simplesmente não precisam de explicação.

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Toda a andança, o caminhar sem rumo, os pés doloridos, o cansaço. Tudo valeu a pena.

quarta-feira, fevereiro 07, 2007

All alone again

Divertidíssimo ir ao Hopi Hari com a Ana e a Taissa. Só o sol escaldante que não foi muito legal. E os brinquedos que não queriam muito que a Taissa andasse neles. A o elevador que cai teve três paradas técnicas enquanto estávamos na fila. O Ekatomb e o Katapul estavam em manutenção. Até o carrinho de bate-bate teve parada técniva enquanto estávamos na fila. E o Parangolé também. Mas ainda sim fomos em muitos brinquedos e ficamos bronzeadas nos rostos e nos braços, infelizmente.

A Taissa voltou para BH. Estou sozinha de novo. Foi bom ter companhia em casa esses últimos dias.

Será que um dia eu paro de receber notícias desagradáveis? Espero que amanhã corra tudo bem.

sábado, fevereiro 03, 2007

Bom, já tem uma semana que eu tenho uma hóspede aqui em casa. Diretamente de BH a Taissa veio me visitar. E nós fizemos muitas coisas nesses dias, como ir ao show meio fracassado dos Mutantes no Ipiranga, visitar os museus da USP (Geologia, Arte Contemporânea, Zoologia, Paulista...), comer sanduíche de mortadela no Mercado Municipal e compras na 25 de março e ver os otakus fantasiados no Anime Dreams. Na nossa andaça pelo Ipiranga eu passei em frente ao Colégio São Francisco Xavier, um dos colégios de Jesuítas da que de São Paulo que eu não sabia muito bem aonde ficava e aprendi a ir pra 25 de ônibus (eu só sabia chegar lá de metrô). Ela também foi levada para conhecer os lugares para onde eu costumo sair por aqui, com Funhouse, Outs e The Clock.
No meio do caminho (ou no começo, pra dizer a verdade), teve o casamento da Lica, que foi lindo. E amanhã, para finalizar com chave de ouro, vamos ao Hopi Hari.
Ficarei muito triste e cheia de saudade quando ela for embora!

segunda-feira, janeiro 15, 2007

Ontem fui ao Playcenter com uns colegas da faculdade. Um sol infernal. Filas quilométricas. Cantoria. Montanhas-russas. Carrinhos de bate-bate. Muita diversão.
O resultado é que eu hoje sou Rudolph, a rena do nariz vermelho, mas valeu a pena.
E 07h15 entro no avião para Buenos Aires se assim a INFRAERO, os controladores de vôo e seus equipamentos permitirem.

E já que o assunto da vez é o novo layout do blog, fiquem sabendo que ele ainda não está pronto, mas apenas em fase de teste, e é fruto da minha noite sem dormir antes de ir ao Playcenter. Ainda estou decidindo se façou ou não um blog novo, por que quero esquecer muita coisa que está registrada nesse daqui, mas enquanto não decido, vou mudando a cara desse aqui mesmo.

terça-feira, janeiro 09, 2007

Retrospectiva 2006

Bem, o que dizer de 2006? Foi um ano de catar os cacos de uma vida e tentar colar. Foi um ano de grandes mudanças, de me adaptar a São Paulo, a uma nova faculdade, a novas pessoas, a uma nova vida.

Trabalhar com meu pai foi uma tentativa frustrada. Devinitivamente, para mim, família e serviço devem ficar bem separadas uma o do outro. Começar uma nova faculdade foi bom, mas um pouco assustador. Tudo muito diferente. Tudo muito teórico, hipotético, intepretativo. Que falta das minhas aulas práticas e do bom e velho método científico que era uma espécie de porto seguro! Talvez por isso eu goste tanto de Linguística...

Conhecer novas pessoas. Superar o meu medo de gente desconhecida. Meu desejo de ficar quieta no meu canto sem falar com ninguém. Fechada sozinha no meu mundo. Mas eu abri as portas e deixei novas pessoas entrarem na minha vida. E outras saírem. Mas percebi que as pessoas que importam continuam ali, não importam a distância nem as portas abertas.

Trabalho demais, estudo demais, mudanças demais, stress, feridas abertas. Tudo se acumulando para baixar minha resistência e me botar no hospital. Susto. Medo. Recomeço. Pegar mais leve em tudo.

Muitas festas. Novos lugares para sair. Bar do Brunão.Outs. Vegas. Funhouse. Aniversários no The Clock. Meninas Pollyanas. Noites terminadas no Joakin's ou no Black Dog. Saudade dos lugares já conhecidos. Campeonato de Surfe. Amigos dançando ballet e tango na Obra. Olha o caldo! Inferno no BIFE. Mas a companhia foi legal.

Noites e noites varadas na minha sala de televisão vendo filmes com o Alek. Grupos de estudos de Clássicos, IELP, Linguística. Talk Shows. Professores abduzidos ou desaparecidos. Ãhn... É... Ahhh... E alguém sempre desenhando nos meus cadernos.

Festa de formatura da Dé. Perceber que mesmo tendo passado quase um ano sem nos falarmos direito eu ainda fui capaz de escolher o presente perfeito.

Dé em São Paulo. Muitos shows. Taissa em São Paulo. Mc em São Paulo. Saudade. Cirque de Soleil com o Krishna. Terça Insana. Tudo muito digno.

Mais um carnaval em Diamantina. O pé torcido da Bia. A caminhada até o hospital e a tarde perdida à espera do técnico do Rx. Uma nova grande amiga e confidente.

É, pensando bem, até que foi um ano bem bom comparado com o anterior. Gostei da faculdade, fiz novas amizades verdadeiras e aproveitei bastante. Acho que só faltou ir um pouco mais ao cinema. Agora, alguém tem um quartinho de Lexotan pra me dar? (Se o Youtube estivesse funcionando eu colocava link pra quem não entendeu, mas como até isso a Cica f#deu...)

quinta-feira, janeiro 04, 2007

Eu estava no Extra e fui pegar um pote do Hägen-Dazs Summer Berries and Cream, que eu estava louca para provar já há algum tempo, e vi uma garrafinha de Smirnof Ice escondiada atrás dos sorvetes.
Isso me lembrou uma vez no meu primeiro período de Biologia, que eu e umas amigas fomo numa festa no DA da Medicina da Federal. Não tinha nada com vodka pra beber lá e uma amiga teve a brilhante idéia de ir no Extra comprar Smirnof Ice. Tem uma saída da faculdade por uma rua lateral que é exatamente em frente ao Extra. E lá fomos nós convencer o vigia a nos deixar sair por ali (e a entrar de novo depois), por que naquele horário só pessoas com crachá da Faculdade poderiam passar por lá. Depois, chegamos no Extra e não tinha Ice gelada, então escondemos uma num dos freezers e ficamos fazendo hora lá dentro esperando gelar... Isso por que eu nem bebia Ice nessa época, mas esse dia foi muito divertido.

segunda-feira, dezembro 25, 2006

Fim de ano

Bem, estou de volta de BH. Foi uma estada bastante divertida, consegui encontrar muitos amigos e não consegui encontrar outros. Mas foi tudo tão corrido que também não me esforcei muito para isso. Acabei encontrando só quem me ligou, propôs programas, etc. Até por que eu nem sei se ainda conheço a "vida noturna" de lá.

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A formatura da Dé foi ótima, apesar do fim um pouco tragicômico. Enquanto fui cuidar de A. que estava passando mal, minha bolsa com dinheiro e máquina fotográfica desapareceu. Contamos com ajuda de L. que nos emprestou o dinheiro do táxi para voltarmos para casa. Fomos até a casa de A. e ela ligou para cancelar o cartão de banco que estava na minha finada bolsa de festas recém comprada. Como a casa de A. fica a poucos quarteirões da casa da minha avó, voltei de lá para casa à pé. Isso já era domingo de manhã, meus pés doíam tanto que acabei tirando minhas sandálias e descendo descalça a Av. Afonso Penna. Cheguei à casa da minha vó com a rua já cheia de gente fazendo suas compras na Feira Hippie. Por desencargo de consiência mandei uma msg para o celular de D. perguntando sobre minha bolsa. Dormi, acabada que eu estava. Quando acordei descobri que D. não me encontrou quando foi embora e levou consigo a bolsa, temendo que alguém roubasse.

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Voltei para casa sem ir à Obra, o que me entristeceu um pouco. Pelo menos conheci a Mary in Hell. Lugarzinho estranho, metido a moderno, um povinho também estranho, música mais ou menos, buracos no chão (claro que eu tropecei num deles), mas a companhia foi boa e Mc e eu estávamos frenéticas. O melhor foi o banheiro, cheio de pixações. A maioria era de nomes de bandas indies, algumas até traduzidas, mas no meio disso tudo, um "Seja vegetariano". Eu não tenho nada contra os vegetarianos, fique isso bem claro, apesar de gostar muito de um bom churrasco. O que aconteceu foi que me surpreendi com a frase, que não tinha da a ver com as outras, e li em voz alta para Mc, que respondeu: "Seja vegetariano por que???? O ser humano é onívoro!" e riu. Nisso, uma menina que estava na fila do banheiro ao nosso lado começou a ohar para nós com cara feia, tipo, que absurdo, elas comem carne! Tão tá então, né.

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Ah, pelo menos consegui pedir meu diploma. Agora é só esperar de 10 a 12 meses para ver se ficou pronto.

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Dei sorte. Nem meu avião da ida nem o da volta atrasaram muito. Meia hora, no máximo.
Cheguei morta de cansaço na quinta. Sexta queria ir no show dos Faichecleres, mas acabei indo com o Dani para o Outs, onde o Fer e a Deh iam dicotecar e encontramos por acaso com a dupla dinâmica Talita e Thalita. Muito divertido.
Ah e teve show do Supla lá também. Pelo menos dessa vez ele não estava com uma calça de couro justa com pneus pulando pra fora como quando o vi em BH. Pelo menos o cara é um showman.

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Não gosto muito de datas comerciais, mas o Natal não deixa de ser uma oportunidade para lembrar das pessoas que são importantes para nós. Deixo então um Feliz Natal para todos vocês!

quinta-feira, novembro 09, 2006

FFLCH x VET - BIFFE 2006

O BIFE foi muito lama, mas torcer nos jogos até que era divertido...

segunda-feira, outubro 02, 2006

Não falo mais que quero fiqcar quieta em casa por que sempre que falo isso acabo saindo ainda mais. Tá certo que a balada de sexta foi fracassada, mas a companhia foi muito boa. Estudei linguística sim, mas muito menos do que eu deveria, mas mais do que suficiente para a prova. Infelizmente já percebi que errei besteiras, coisas que eu sabia. E ainda fui na sinagoga ontem.

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Tenho amigos muito queridos que conseguem fazer com que eu me sinta bem. Isso compensas as pessoas que acabam me decepcionando por algum motivo. Mas eu ando compreguiça de quem faz eu me sentir mais ou menos, nem precisa fazer eu me sentir mal. Agora só quero saber de quem me faz muito bem!

sexta-feira, março 31, 2006

O aniversário é só segunda, mas como a comemoração é amanhã, os parabéns já começam hoje.
Essa menina é muito linda, apesar do pouco que eu a conheço ela já é uma grande amiga, e é guerreira! Mesmo depois de torcer o pé nas ruas de Diamantina continuou na gandaia, tudo em prol do carnaval. Ainda encarou a festa do Saint Patrick's Day comigo e com a Lu. E eu já falei que ela é linda, né?

domingo, setembro 25, 2005

Trios

O chá-de-panela do Lex foi muito divertido.
Tirando é claro o cara do bar pegando no meu pé.
Três garotas fofocando e confabulando pode ser muito perigoso...

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Churrasco de ex-alnuos de um colégio onde eu nem estudei, pra início de conversa não podia ser boa coisa.
Mas o trio parada dura totalmente recuperado do domingo passado não se deixa abalar com isso.
Tá, quase totalmente recuperado. O estômago da Ju ainda não tá aceitando bem vodka. Ainda mais Natasha...
E mais fotos no estilo variação sobre o mesmo tema: Babi, Ju e Mc.

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Três mocinhas cansadas abrindo a boate.
Nunca pensei que ia chegar onze horas da noite num lugar e ele ainda ia estar fechado.
Música boa, lugar abafado.
Eu animadíssima (ou tentando estar pra me manter acordada), Mc quase dormindo e Lady com os pés doendo.

segunda-feira, agosto 08, 2005

A foto que eu acabei de roubar da Lu



Baladinha no 06:01 pra comemorar o aniversário da Lu, que ganhou de presente a visita minha e da Dé, que mesmo os nossos vôos atrasando um bocado (o dela muito mais que o meu, coitada, foi parar em Guarulhos...), fomos causar com a nossa amiga.

No sábado nós fomos fazer trufas, ou melhor, eu fui fazer trufas na casa da Lica, porque a Lica e a Dé preferiam ir comendo as que ficavam feias, o que diminuiu um pouco o rendimento da receita, mas assim que é bom. Ah, beber caipivodka enquanto você come chocolate não dá certo!!! O gosto fica muito ruim.
Como a Lica e o Mourão tinham coisas mais interessantes pra fazer nós fomos expulsas de lá. O Lázaro resolveu sair com a gente, mas deve ter se arrependido profundamente ao longo da noite quando percebeu com quem ele tinha se metido. Fomos parar num barzinho cheio de patys e boyzinhos, então não ficamos por lá muito tempo. Fomos comer sanduíche no Joakin's e depois disso eu estava entregue em casa.

No domingo, depois de ver a exposição de vídeos do Andy Warhol no MAM com meu pai, descobri que a Lu restaura livros e intimei-a a me ensinar quando eu voltar pra SP. Comi mais um bocadinho (por que sempre que eu vou pra lá as pessoas me levam pra comer? Como se eu já não estivesse gorda o suficiente!!!).

Tudo muito divertido, mas verdade seja dita, cheguei em casa hoje quebrada!

Mais estranha que a sua simpatia  © Blogger template por Emporium Digital 2008

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