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quinta-feira, outubro 16, 2008

Dr. House: I like you better now that you're dying.
Thirteen: I was wrong.
Dr. House: You took a shot.
Thirteen: She's going back to work fot that idiot. It's pathetic.
Sr. House: You thought something would change?
Thisteen: She almost died. Because of that job. Yeah... I I I thought...
Dr. House: Almost dying changes nothing. Dying changes everything.

Ele sempre acerta.

sexta-feira, outubro 10, 2008

Hoje na hora do almoço eu estava com muito frio e acabei me deitando e me escondendo debaixo das cobertas. Liguei a TV e estava passando Lado a Lado com a Susan Sarandon e a Julia Roberts. Esses filmes de pessoas doentes sempre me fazem pensar que deve haver algo de muito errado comigo.
Nos filmes as pessoas descobrem um novo sentido para suas vidas, passam a aproveitá-las muito mais, redescobrem a sua fé e coisas do gênero. Eu não. Não mudou nada em mim. Pelo menos nada significativo.
Eu lembro que quando tive a minha primeira pneumonia e não estava respondendo aos antibióticos e a médica veio pedir minha autorização para fazer exame de HIV quando eu tentava pensar no que fazer se o exame desse positivo, por mais absurda que essa hipótese me parecesse, era estar novamente num quarto de hospital, com alguém me dando mais injeções. Eu tenho pavor, pânico de agulhas. Por isso não tenho piercings e tatuagens. Como ninguém apareceu para me dar o resultado do exame, eu obviamente já pensei que devia ter dado positivo e estava refazendo para confirmar o resultado. Nesse ponto, meu pensamento já era, 'o AZT pelo menos é via oral, né?' Vários dias depois, numa conversa sobre o curso de tratamento da minha pneumonia ela mencionou alguma coisa sobre eu ser 'jovem, sadia, HIV-negativa...'
Tudo bem, não era nada, só uma pneumonia que murchou metade do meu pulmão esquerdo, mas pouco mais de uma semana depois me deixaram voltar pra casa.
Seis meses depois, quando descobri que o pulmão não tinha voltado ao normal, e que a causa de tudo era um tumor, aí sim eu pirei. Ou melhor, antes mesmo da broncoscopia localizar o tumor, só do médico falar que provavelmente era um tumor eu já estava enlouquecendo. E mais uma vez, o problema não é que eu podia ter câncer, o meu pensamento já estava na quimioterapia, que geralmente é endovenosa, e como a medicação é muito forte vai enrijecendo as veias e vai ficando cada vez mais difícil pegar uma veia, aí tem que pegar as de calibre maior, que exigem agulhas ainda maiores... Não!!!! Agulhas, não!!!
O tumor estava lá, mas não deu pra fazer biópsia, por que sangrou demais e o sangue ainda ficou preso no pulmão e me causou um abcesso pulmonar. Um mês internada tomando antibiótico endovenoso. Olha, nos dias em que não tinha que trocar o acesso venoso nem colher sangue para algum exame, eu nem ligava tanto para o tumor e para a notícia de que pelo menos metade do meu pulmão esquerdo teria que ser retirada junto com ele. O que me incomodava era o tédio, a falta do que fazer...
Na época da cirurgia, uma coisa que eu acho que nem comentei com muita gente, é que o médico estava receoso de que, por causa da localização do tumor, tivesse que abrir o pericárdio, e isso aumentaria muito o risco da cirurgia. Mais uma vez, meu medo eram as agulhadas e não o resultado de alguma eventual complicação. Mentira, o meu maior pesadelo era acordar entubada e retirarem aquele tubo comigo acordada igual nas cenas de filmes e seriados... Era isso que me mantinha acordada à noite.
Correu tudo bem e cá estou eu, com um pulmão à menos, mas se não fosse a cicatriz entre minhas costelas, eu poderia até esquecer disso. Na verdade a falta de pulmão só serve para me permitir pedir para as pessoas fumarem longe de mim, abanar a fumaça do cigarro sem constrangimento. Na minha turma de amigos, fazemos até piada com isso. "A intensidade da fala está relacionada ao volume dos pulmões... ah, então é por isso que a Babi fala tão baixo!"
E o tumor era maligno, baixo grau de malignidade, mas tinha metástase no linfonodo do hilo pulmonar (se não me engano). Não era câncer, não tive que fazer quimio nem radio, nem nada. Retiraram tudo e pronto. Claro, sempre existe a possibilidade de que volte. Mas eu só lembro disso quando vejo alguma coisa sobre tumores, câncers, filmes de doentes terminais...
Enfim, o ponto é que eu sobrevivi e isso não mudou a minha vida. Eu não vejo o mundo de uma maneira diferente da que eu via antes. Não aproveito mais, nem vivo de maneira mais intensa. Nada disso.
Até meu pai, que adora dizer que é ateu, quis rezar para que desse tudo certo, para que eu me curasse. Eu? Em momento algum tive qualquer ímpeto nesse sentido. Há muito tempo eu me considero agnóstica, mas sempre achei que em algum momento de crise, iria querer barganhar com Deus, e isso não aconteceu. Se isso tudo mudou alguma coisa em mim, foi isso, me fez ver que eu não acredito mesmo. Se algum dia eu acreditei de verdade, essa chama já tinha se apagado há tanto tempo que não restava mais nem uma brasa que pudesse reinflamar.

quarta-feira, março 26, 2008

O show do Interpol em BH foi melhor que o de SP, mas os dois foram foda.

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Acabei não encontrando a maioria das pessoas em BH. A ainda no início da semana fui no médico por que estava com uma dor nas costas e ele mandou que eu tomasse uma semana de relaxante muscular. Até aí beleza, mas o remédio, nos primeiros dias me fez capotar. Eu tomava o remédio e apagava até mais ou menos a hora do próximo comprimido. Só lá pro sexta eu comecei a conseguir ficar mais acordada. Em todo caso eu não estava lá me sentindo muito bem, independentemente do remédio, e no sábado saiu o resultado do meu exame de urina que dizia que eu estava com uma infecção urinária e comecei a tomar Ciprofloxacino, que fode meu estômago. Ah! Também voltei pra casa trazendo uma indicação de fisioterapia por causa do meu joelho (mas o médico falou que como o problema ainda está no início, posso tentar resolver com Pilates). Feriadão, né?

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Não sei se comentei com alguém, mas minha avó foi operada ontem para retirar um tumor. Câncer de mama. Passei o dia preocupada, mas ontem à noite até consegui falar com ela. Correu tudo bem e ela nem precisou passar a noite no hospital, já dormiu em casa. Agora vai ter que fazer algumas sessões de radioterapia, mas não precisará fazer quimio. Parece que depois dos 50 ou 60 anos, não tenho certeza agora, os câncers de mama são BEM menos agressivos. Menos mal. Confesso que dormi mais tranqüila.

quarta-feira, agosto 22, 2007

Facts of Life

Não. Não é o seriado velho que passava na Warner.


Já tem um tempo que aconteceu, mas eu esqueci de contar. Outro dia fui na oncologista para a primeira das minhas consultas de acompanhamento. Escolhi uma aleatória no livrinho da UNIMED por que o que o meu médico indicou não é conveniado e cobra a bagatela de R$800,00 a consulta.

Achei que fosse ser só consultório dela e tal, mas cheguei no endereço e era uma senhora clínica oncológica. Ótimo, né, dá mais confiança, sei lá. Fui para a recepção, onde uma mulher fez minha ficha e pediu que eu aguardasse. Além dos assentos tradicionais de qualquer sala de espera, havia ali também um café e , pasmem (pelo menos eu pasmei), uma loja ultra chique de perucas. As madames paulistanas já podem escolher o novo corte de cabelo antes mesmo da primeira quimioterapia. Isso, nem a clinica oncológica superhiperultra chique do Hospital Sírio Libanês tinha.

Moderno esse mundo, não?

terça-feira, julho 17, 2007

Fiz minha primeira aula de natação.

Pela primeira vez senti falta do meu pulmão esquerdo...

quarta-feira, junho 13, 2007

Estou em casa e sem dor. O que mais incomoda é que a região do corte está é toda meio dormente...

sábado, junho 09, 2007

Sinal de vida

A cirurgia foi ontem, durou 5h e correu tudo bem. Não precisei receber sangue. Passei a noite na UTI, mas hoje pela manhã eu já vim para o quarto. Estou bem, sem muita dor (graças aos remédios), com um dreno torácico, um cateter peridural por onde recebo a morfina e com um gelco me cada mão (não sei por que dois, se só estão usando um, mas em todo caso, né...). Já consegui andar um pouco hoje. Estou no quarto 304 do Hospital Nove de Julho.

sexta-feira, junho 08, 2007

Depois de muitos atrasos, eu finalmente fui internada ontem, fiz os exames pré-operatórios e devo entrar pro bloco cirúrgico às 15h.
Sim, estou uma pilha de nervos e cada vaz que adiaram minha internação a ansiedade triplicou. Depois da cirurgia devo ir pra UTI, então só amanhã devo poder voltar a dar notícias.
Whish me luck.

segunda-feira, junho 04, 2007

Cinema quinta, seguido por buteco e chocorrum na casa do Diego. Assembléia massante e insuportável na sexta. Sábado, expiei meus pecados no Inferno. Domingo, My Fair Lady pra relaxar. E agora só me resta a ansiedade.

Logo, logo serei internada no Hospital Nove de Julho. Ainda não tenho certeza se a cirurgia será hoje mesmo, ou se hoje o médico apenas fará alguns exames. Estarei com meus celulares. Querendo notícias, liguem.


Atualização:
A minha cirurgia foi adiada para 4a. feira. Serei internada amanhã às 16h.

quarta-feira, março 28, 2007

"Sleeping is giving in
No matter what the time is
Sleeping is giving in
So lift those heavy eyelids"

Felizmente estou bem agora. Acabou o antibiótico. Acabaram as agulhadas, pelo menos por enquanto.

quinta-feira, março 15, 2007

Ontem tive alta, mas para ficar em atendimento domiciliar. Vem uma pessoa todo dia administrar meu antibiótico endovenoso. Ainda tem uma "agulha" no meu braço (eu sei que fica só o plástico, mas é uma agulha de plástico, oras!), mas pelo menos estou fora do hospital. Não aguentava mais aquele lugar. E eu posso sair de casa, desde que para programinhas light.

terça-feira, março 06, 2007

These are the facts

Agora que consegui acessar a internet, aqui vão os fatos.

Há vários anos eu tenho um problema de tosse crônica e agora descobri que a causa é um tumor benigno que obstruiu completamente a luz do brônquio que chega ao lobo superior do meu pulmão esquerdo. O tumor agora já está obstruindo a luz do brônquio que chega ao lobo inferior do mesmo pulmão.

O tumor sangrou muito na biopsia e aparentemente ficou um pouco de sangue no pulmão esquerdo e isso causou uma pneumonia. Já estou internada no Hospital das Clínicas em Belo Horizonte há 12 dias tomando antibiótico, estou bem, sem febre, mas sem previsão de alta. Quando a penumonia ceder passarei por uma cirurgia para a remoção do lobo superior do pulmão esquerdo, que está colabado, e do tumor. O cirurgião ainda tem a esperança de conseguir salvar o lobo inferior do meu pulmão, mas só durante a cirurgia será possível ter certeza.

segunda-feira, fevereiro 19, 2007

Be careful what you whish for...

Nos meus momentos de desespero patrocinados pelas cólicas, eu costumava pedir que tirassem meu útero fora para a dor passar. Agora vão tirar. Só que não será o útero.

sábado, janeiro 13, 2007

Ontem eu finalmente fiz a minha Tomografia Computadorizada de Tórax. Incrível como foi tão menos trumático que da primeira vez. Não sentir dor quando te mandam respirar fundo e prender a respiração faz uma enorme diferença. Pena que o contraste me deixou o dia inteiro nauseada.

Fui ao meu primeiro "Noitão" no HSBC Belas Artes. Três filmes pelo preço de um. Tema: Comédia. Borat, As Férias do Sr. Hulot e um filme surpresa. Começa à meia noite e você concorre a brindes sorteados nos intervalos dos filmes e ainda ganha café da manhã no final.

Tinha muita gente da Letras, foi bem divertido. O filme surpresa foi um do Jerry Lewis, que não faz muito meu estilo, mas até que foi legalzinho. Borat, que eu estava louca para ver, é totalmente ofensivo e sem noção, ou seja, muito bom, apesar de algumas cenas que vão me dar pesadelos. Agora, comédia francesa do tempo do gurará de rolha, ainda mais depois de rir com Borat até ficar com dor de barriga, não tem a menor graça. Nas palavras de Thalita "Elegância e humor não combinam".

Chegar em casa do cinema seis e meia da manhã é no mínimo uma experiência diferente.

sexta-feira, junho 09, 2006

Voltando a respirar...

Não. Eu ainda não morri. Mas passei por umas bem complicadas nesse tempo de sumiço. Peguei uma gripe braba um tempo atrás. A gripe melhorou, mas eu comecei a sentir um pouquinho de dor para tossir. Pouquinho mesmo. Achei que fosse de tanto tossir mesmo. Aí eu comecei a ter um pouco de falta de ar quando fazia esforço físico. E nada da dorzinha passar. Resolvi ir mais cedo pra USP um dia e passar no HU (Hospital Universitário), que assim no pronto atendimento já tiravam uma chapa e viam se tinha alguma coisa. O atendimento demorou muito e eu tinha prova no dia. Quase fui embora fazer a bendita. Ainda bem que fiquei. Quando a médica viu o raio x do meu ulmão, levou um susto. Parecia até que eu só tinha um pulmão! O lado esquerdo era uma mancha branca só. Me internou na hora, com suspeita de tuberculose. Aí a dorzinha virou uma dor insuportável. Era pneumonia. Derrame pleural laminar (felizmente, por que estavam doidos pra enfiar uma agulha no meu pulmão pra tirar líquido, e assim não teve jeito!) e muita atelectasia (se é assim mesmo que escreve, quer dizer que meu pulmão estava todo murcho, colabado). Nove dias de hospital. O braço inteiro furado. Até flebite deu numa das minhas pobres veias. A coisa estava tão feia que até exame de HIV ele resolveram fazer porque acharam que eu estava imuno-deprimida. Depois que acertaram o antibiótico tudo deu certo. O problema era ele, não eu. Depois de muito antibiótico via oral e endovenosa, inalação com broncodilatador e fisioterapia respiratoria voltei pra casa hoje. No raio x ainda parece que está faltando um pedaço do meu pulmão esquerdo, mas já está bem melhor. Ainda tenho uma semana de antibiótico pela frente, cinco dias de inalação e provavelmente, fisioterapia. Mas o susto já passou.

Ps1. O título é plágio do post da Taissa, mas é muito adequado.
Ps2. Se alguém está se perguntando, o exame de HIV deu negativo.

sexta-feira, maio 26, 2006

Semana dos infernos. Brigas, mudanças. Mais brigas e mudanças. E passar por isso doente com dificuldade para respirar e começando a tossir desesperadamente sempre que eu me exaltava não ajudou em nada. Tudo junto ao mesmo tempos agora, me sugando no turbilhão.E pra completar, ela. Invadindo meu esparço. Falando de tudo como se fosse invenção minha. Eu não lembro disso, tem certeza? Pois eu lembro. E não é só você aparecer e dizer que está tudo bem sem nem um pedido de desculpas que vai fazer tudo ir embora. Não vai mesmo! Fui eu quem teve que mudar tudo, abrir mão de tudo. Ficar aqui sozinha. Por que você disse que ia ser tudo do jeito que você queria, que eu não teria escolha dessa vez e que não voltaria atrás. Pois agora, se você mudou de idéia, as coisas são do meu jeito. O que você quer não conta mais. Eu não lembro disso. Você não me falou isso. Você não me mostrou isso. Como eu ia saber??? Eu falei, eu mostrei, eu lembro!!!! O simples fato de que você apagou isso da sua lembrança para se sentir melhor não te exime de um pedido de desculpas...

terça-feira, agosto 23, 2005

Estou começando a achar que a minha pneumologista não gosta de mim...

Tudo começou porque a minha tosse crônica incomodava a minha mãe (otorrino, vou fazer o que?).
Quando minha mãe desistiu de tentar encontrar uma cura, me encaminhou pra pneumologista. Tirei raio x de tórax e seios da face. Nada. Vamos fazer uma tomografia dos seios da face, a culpa deve ser da minha rinite alérgica, "use corticóide até termos uma resposta definitiva". Nada. Espirometria, que por sinal, eu tive que repetir por que não ficou bom o resultado. Obstrução leve, mas não característica de asma. "Não é característica de asma? Ah, mas o quadro clínico é, vamos tratar como se fosse". Mas continue com o corticóide no nariz em todo caso. Aí veio a parte interessante: depois que comecei a usar o remédio pra asma, não só a minha tosse piorou, mas sempre que eu tive uma crise um pouquinho mais forte, eu começava a cuspir sangue. A menina preocupada marcou uma consulta urgente. "Ah, é por que o remétio afina o epitélio, aí o esforço da tosse rompe alguns vasinhos... Vamos tratar refluxo então. Omeprazol, duas vezes por dia. Mas continue com o resto. E se melhorar com o Omeprazol a gente faz uma endoscopia." Nesse ponto eu já tava era rezando pro remédio não funcionar, porque só de pensar em engolir uma fibra ótica... melhor nem pensar.
Hoje foi o dia de voltar lá. Infelizmente minhas preces foram ignoradas e o remédio fez efeito. Só que ao invéz de endoscopia, ela decidiu pedir uma pHmetria de esôfago. Eu não só tenho que engolir um tubo, a pessoa olha e puxa de volta. Não, eu tenho que ficar 24h com o negócio enfiado na garganta, antes de tirarem. Tô até com medo de marcar o exame! O que eu fiz pra merecer isso???

terça-feira, maio 31, 2005

Agora é oficial.
Eu tenho asma.
Fui na pneumologista hoje, e apesar da espirometria (um exame de ficar soprando e inspirando num negócio ligado num computador) ter dado que eu tenho uma obstrução pulmonar leve, não característica de asma, a médica decidiu que o meu quadro clínico (tosse que incomoda minha mãe há anos) é de asma leve.
Voltei a usar inalador por pelo menos dois meses, quando ela vai reavaliar meu caso e talvez suspender a medicação. Ou não...

Aaaaaaaaahhhhhh!!!

Não aguento mais a porcaria da minha mandíbula!!!!
Não bastou ontem eu ter ficado o dia inteiro sem conseguir abrir a boca direito, hoje eu acordei com dor de novo!!!!
Só porque a minha articulação já é meio bichada (ela estala e sai do lugar no lado esquerdo quando eu abro a boca) mas não costumava incomodar, exceto quando eu estava tensa.
Agora parece que eu estou desenvolvendo um bruxismo pra avacalhar com tudo.
Alguém aí sabe me indicar um especialista em Dor Orofacial e Disfunção Têmporo-mandibular? (Foi a Lica quem disse que eu preciso desse cara!).

Mais estranha que a sua simpatia  © Blogger template por Emporium Digital 2008

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