sábado, agosto 12, 2006

Merda, merda merda!!!!!!!!!!!!!!



Por que sempre que eu acho que as coisas vão dar certo acontece alguma grande merda???????

Os ingressos para o Motomix 2006 já estao à venda

Preciso de dinheiro para comprar meu.
R$120,00 inteira, R$60,00 a meia.

LINE UP
Palco MOTOROKR
10:00 - 10:50 - Motomix Project Band
11:10 - 00:10 - Art Brut (UK)
00:20 - 01:10 - Adult (USA)
01:20 - 02:45 - Franz Ferdinand (UK)
02:50 - 03:20 - Addictve TV (UK)
03:30 - 05:00 - Peter Hook (new order dj set) (UK)
05:00 - 06:00 - Radio 4 (USA)
06:00 - 07:00 - The M.F.A (live) (UK)

Palco MOTORAZR
10:00 - 10:50 - Schneider TM (live) (Germ)
11:10 - 00:10 - Annie (live) (Nor)
00:20 - 01:50 - Adam Freeland (UK)
02:00 - 03:00 - Isolée (live) (Germ)
03:00 - 04:00 - Swayzak (live) (Germ)
04:00 - 04:40 - Gui Borato (Br)
04:40 - 06:10 - Andrew Wheaterall (djset) (UK)
06:10 - 07:00 - Modeselektor + Pfadfinderei (vjs) (Germ)

quarta-feira, agosto 09, 2006

Epifania Fonética

Lá estava eu na minha aula de Linguística aprendendo as consoantes quando, ao falar do "re" o professor pergunta se tinha alguém de Minas Gerais na sala. Levantei minha mão meio timidamente e o professor perguntou de onde eu era. Belo Horizonte, respondi. Ótimo, era exatamente de onde eu precisava. Ele mandou que eu falasse "pior" e eu falei, já me sentindo uma cobaia. O professor encontrou outra aluna, essa era do Rio e fez o mesmo pedido. Segundo ele o "re" do mineiro, ao contrário do que eu sempre pensei, não é igual ao do carioca. Não era um "re", mas um "he", aspirado. E não é o mineiro que fala assim, segundo o professor essa consoante está se extinguindo no Brasil, só é falada em Minas, na região próxima a Belo Horizonte. Ninguém mais no Brasil fala essa consoante.
Tudo bem que eu custei a perceber alguma diferença entre os sons, mas consegui percebê-la. Aí entendi por que na aula de Clássicos semestre passado sempre que a professora falava alguma coisa em Grego grafada "h"+vogal" na adaptação ao nosso alfabeto, ela dizia que não era bem o som de um "r", que era um som aspirado e issão não fazia sentido nenhum pra mim. O meu "r" já era daquele jeito...

Ah, também aprendi em Linguística que se o "i" do Françês é arredondado (tem que fazer boca de "u" e falar "i"), o do Japonês não é (tem que fazer boca de "i" e falar "u") e aparentemente os japoneses acham um sotaque horrível quando as pessoas arredondam o "u"... Fonética é divertido. Bem mais fácil aprender a falar outra língua assim do que simplesmente tentar imitar os sons que se ouvem.

sexta-feira, agosto 04, 2006







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domingo, julho 30, 2006

O velho do espelho

Por acaso, surpreendo-me no espelho: quem é esse
Que me olha e é tão mais velho do que eu?
Porém, seu rosto...é cada vez menos estranho...
Meu Deus, Meu Deus...Parece
Meu velho pai - que já morreu!
Como pude ficarmos assim?
Nosso olhar - duro - interroga:
"O que fizeste de mim?!"
Eu, Pai?! Tu é que me invadiste,
Lentamente, ruga a ruga...Que importa? Eu sou, ainda,
Aquele mesmo menino teimoso de sempre
E os teus planos enfim lá se foram por terra.
Mas sei que vi, um dia - a longa, a inútil guerra!-
Vi sorrir, nesses cansados olhos, um orgulho triste...

Mário Quintana

terça-feira, julho 11, 2006

O Oleiro

Eu fui ao Memorial da América Latina para a abertura do 1o. Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo. O Memorial para mim é uma lembrança de colégio, todos os anos íamos lá para o concerto do Maestro Eliezer de Carvalho quando eu morava aqui, e o concerto era sempre na sala onde foi a exibição do primeiro filme da mostra. Só voltei lá depois disso numa excursão com o colégio para visitar a Bienal do redescobrimento, isso já em 2000, cinco anos depois. E ontem.
A primeira vez que ouvi falar a respeito de Eduardo Galeano, na verdade li a seu respeito, foi no livro de História do 3o. ano, do mesmo ano 2000, onde havia uma foto da escultura da mão sangrando do memorial e cuja legenda relacionava-a a um tal livro chamado As veias abertas da América Latina de um tal Eduardo Galeano. E os dois na minha cabeça acabaram associados.
Depois disso ouvi e li várias citações do Galeano e nunca mais tinha estado no Memorial. Talvez seja culpa dessa associação feita pelo meu cérebro, mas o que mais me marcou no filme a que assisti foi uma citação do moço. Não saiu da minha cabeça. A beleza da imagem, da relação do homem com seu trabalho, sua arte, do reaproveitamento, do aprender com o outro. Para mim é algo antropofágico sem antropofagia... Na verdade é só viagem minha...

À beira-mar, o oleiro se aposenta, em seus anos finais. Seus olhos se cobrem de névoa, suas mãos tremem: chegou a hora do adeus. Então acontece a cerimônia de iniciação: o oleiro velho oferece ao oleiro jovem sua melhor peça. Assim manda a tradição, entre os índios do noroeste da América: o artesão que se despede entrega sua obra-prima ao artesão que se apresenta. E o oleiro jovem não guarda esta peça perfeita para contemplá-la e admirá-la: a espatifa contra o solo, a quebra em mil pedaços, recolhe os pedacinhos e incorpora à sua própria argila.” Eduardo Galeano – “Janela sobre a Memória” in As Palavras Andantes

quinta-feira, julho 06, 2006

O Corcunda de Notre Dame





É ou não é???

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